Tradutor

Escolas exibem vacas mutilada para atrair visitantes

0 comentários
Não deveria acontecer com animais inteligentes e sensíveis como as vacas, mas acontece: buracos são feitos no dorso delas como forma de atrair crianças e possíveis estudantes em eventos universitários e angariadores de fundos. Participantes, perturbados com o fato, enviaram à PETA algumas fotografias, que podem ser vistas abaixo:
Estas vacas fazem parte de um experimento comum que envolve a remoção permanente de um pedaço do abdome dos animais de modo que o estômago fique exposto.
Apesar de existirem métodos mais modernos para conduzir este estudo sem o envolvimento de animais, os ‘pesquisadores’ alimentam as vacas com vários tipos de comida e depois recolhem amostras pelo buraco.
As vacas fistuladas são depois exibidas em eventos onde os participantes são convidados a “tocar o estômago” delas ou “colocar a mão dentro de uma vaca”.
A PETA tem ouvido com frequência alunos e pais de alunos irritados por testemunhar esse tipo de exploração. Infelizmente, a única lei que protege os animais usados em experimentos, a Lei pelo Bem-estar Animal, não é extensiva a animais utilizados em pesquisa agrícolas, isto é, vacas não teriam proteção legal contra crueldades.
 Cada vez que a PETA fica sabendo dessas mutilações hediondas, ela entra em contato com a escola para pedir-lhes que interrompa os experimentos e para lembrá-los que existem formas mais humanas para ensinar os alunos sobre Ciências.

As atrocidades do Homo Sapiens

1 comentários
Ao contrário do que muitos religiosos acreditam o homem também é um grande primata. Porém, nossa mania de bolar raciocínios complexos que nos diferencia de todo o reino animal, mesmo falhando e tendo fundos místicos (como as religiões), parecem legitimar e mover o homem em uma profunda, mesquinha, asquerosa, desnecessária e maldosa exploração, que geralmente promove sofrimento, aos animais.
     Os etólogos já provaram que, pelo menos os grandes primatas, possuem qualidade que antes eram apenas humanas: Tais como altruísmo, guerras, amor, compaixão, sofrimento, alegria e vários outros. Por isso, não cabe mais o argumento que os animais não sofrem e que estes estão na Terra apenas para servir o homem.
     Mesmo com tais provas o homem continua sua exploração, causando sofrimento e destruição.

     Vamos ao assunto, então, de um modo mais concreto.
     Lembro de um ditado, bem bobo, mas verdadeiro, que diz: "As vezes, uma imagem vale mais de mil palavras"  Veja as fotos abaixo:
 
Realmente é de se lamentar a situação desse animal que teve sua cabeça aberta, e o pior, mantido vivo, para que cientistas, como num ritual macabro, pudessem analisar e estudar o sofrimento alheio.

E o pior de tudo, esses cientistas, e até mesmo várias empresas e universidades que utilizam animais  em suas pesquisas, nada fazem para reparar esse mal. Nem mesmo lutam para a preservação, no estado natural, da espécie a qual vitimam. Sendo assim, essas entidades (empresas e universidades), que nada fazem, apenas explorar, são as maiores responsáveis pelo atual risco de extinção de diversas formas de vida.


     Os chimpanzés, por causa de sua grande proximidade genética com o ser humano, é o primata mais utilizado nos laboratórios científicos.
  Jane Goodall, a maior defensora dos chimpanzés, visitou alguns lugares onde eles são usados como cobaias. Alguns estavam em estados deploráveis, contaminados com várias doenças (AIDS, Câncer e etc.) e outros, como nos filmes de ficção, tendo viva apenas a cabeça (o coração e o pulmão eram engenhocas de plástico feitas pelos cientistas).
Apesar do mesquinho argumento, de que o uso desse animal é algo necessário para combater o sofrimento humano, nada, absolutamente nada, é feito por essas empresas e laboratórios para ajudar na preservação do chimpanzé em seu estado natural. Ao contrário, muitas das cobaias, são animais provindos das florestas, trazidos ilegalmente por caçadores que matam as mães dos filhotes, e os laboratórios (que são de universidade e empresas famosas) compram os filhotes ilegalmente.
    O pior de tudo é que a etologia, atraves das observações de Jane Goodall, provou que o sofrimento de um chimpanzé é equivalente a de um ser humano. Assim, quando caçadores capturam um filhote, a mãe chimpanzé sofre da mesma forma, como uma mãe humana que tem seu filho desaparecido. E o sofrimento do filhote, sendo preso e maltratado pelos caçadores e posteriormente pelos cientistas, é equivalente ao sofrimento de uma criança pobre que é raptada e morta para o mercado negro de orgãos.
     Outros grandes problemas enfrentados pelos chimpanzés são a caça ilegal (para abastecer os mercados de carne, de ciência e de entretenimento) e o uso desse animal, muito popular no mundo, na indústria de entretenimento.
     Muitas vezes, homens armados com potentes espingardas adentram na floresta em busca de filhotes de chimpanzés.  Os filhotes são os alvos preferidos por são pequenos, fáceis de controlar, aprisionar, e de enganar as autoridades que vistoriam aeroportos e estradas.
     Na caça, geralmente a mãe é atingida nas pernas com vários tiros (isso por que, se atirassem na cabeça da fêmea ela morreria rapidamente e o filhote fugiria). A mãe chimpanzé então com dores, agarra seu filhote para tentar, em vão, protege-lo. Os caçadores aproximam-se da mãe, arranca-lhe o filho, e atiram em sua cabeça.

     Certa vez Jane Goodall, ouviu uma história verídica de uma caçada, felizmente mal sucedida.
     Eram dois caçadores, um branco e outro negro, que ao verem uma fêmea com sua cria atiraram sem piedade nas pernas. Logo em seguida os dois correram para tomar da fêmea agonizante o filhote. No meio da ação, inesperadamente, três chimpanzés machos, adultos, pularam da mata. Um deles roubou rapidamente a arma, outro correu atrás do caçador branco que fugia e deu-lhe um golpe que quebrou a costela. O terceiro chimpanzé agarrou o caçador negro pelo pescoço e quebrou-lhe os dois braços. A arma, foi utilizada como um bastão, servindo para deferir pauladas na cabeça do caçador branco que mal se levantava do chão. Tudo foi tão rápido. A fêmea chimpanzé, baleada, morreu. O filhote foi criado pela avó. Os machos voltaram para a floresta e os caçadores foram levados a um hospital com risco de morte, mas infelizmente sobreviveram e dali foram para a cadeia.  

     Entretanto casos como esses são raros, o mais comum e a vitória dos caçadores que possuem armas as quais utilizam para matar qualquer macho que tente defender suas vítimas.
     Outro destino dos filhotes, além dos centros de pesquisa, como já foi dito, é a indústria de entretenimento. Geralmente, parques zoológicos, circos (como o do Beto Carreiro) e associações que fazem comerciais e outras filmagens para a televisão. Assim a população de chimpanzés é ameaçada de extinção para satisfazer a ganância e sede por maiores lucros de empresários inescrupulosos.  

     Também os gorilas sofrem muito com o problema das caças, e o pior é que muitas vezes o que motiva esse crime são objetivos fúteis e mesquinhos, que alimentam a luxuria de grandes magnatas.
     Um grande exemplo disso é a caça desses animais para que de suas mãos saiam luxuosos cinzeiros que enfeitam as salas das mansões de magnatas de todo o mundo. Além, também, que a cabeça é empalhada para a coleção da sala de caças do ricasso.

     Outros motivos fúteis também levam a caça de gorilas. Geralmente alguns exércitos africanos utilizam esse animal como alvo de treinamento.
     O que sobra é utilizado para a venda das mãos e da cabeça e o resto é consumido como alimento.
     E se o alvo for um macho de costa cinza, todo seu harém também é assassinado, incluindo filhotes.
      Dian Fossey, a maior pesquisadora e defensora de gorilas, presenciou um episódio cruel:
      Membros de um exército avançavam, em treinamento, sobre as montanhas onde se encontravam os gorilas.
     Diget, um gorila macho adulto com seu harém, formado por quatro fêmeas e seus filhotes, descansavam sobre as sombras de uma árvore.
     De repente houve-se um barulho de uma rajada de metralhadora.  Segundos depois Diget estava no chão segurando as pernas ensopadas de sangue. Além do macho, três fêmeas tinham sido atingidas, e a que ficou ilesa agarrou o número máximo de filhotes (mesmo os que não eram seus) que podia carregar e fugiu. Porém três filhotes ficaram no local, choravam e constantemente sacudiam os braços de suas mães mortas. Vinte minutos depois, três homens fardados chegaram ao local rindo, olharam nos olhos dos filhotes e atiraram na cabeça de cada um. Saíram, então, andando calmamente, rindo e comentando sobre suas pontarias .
     Diget, que era um dos gorilas prediletos de Dian Fossey, não resistiu aos ferimentos e faleceu horas depois. E o observador humano, se safou de ser morto por que ficou escondido no meio da mata.
     É claro que Dian Fossey ficou profundamente abalada e a parti daí varias vezes arriscou sua vida para salvar os gorilas da predação humana. Foi até responsável por uma lei, no Congo, que proibiu a caça dos gorilas. Tempos depois Dian Fossey foi assassinada, provavelmente por caçadores de gorilas. Seu corpo foi encontrado com várias perfurações de balas de espingardas (muito usadas pelos caçadores)  e os membros separados com cortes de faca.  

     O orangotangos também sofrem com a presença humana, além do uso em laboratórios esses animais são encarcerados em jaulas e maltratados em circos e zoológicos. Entretanto, felizmente, o orangotango não é tão popular no mundo como os chimpanzés e gorilas, e isso acarreta em um menor interesse em sua exploração.
     O maior ameaça a esses animais é a ocupação humana desnecessária que derruba árvores vitais para a vida dos orangotangos.
     Os estudos estatísticos da ONU e de várias ONGs apontam, a menos que algo seja feito em sentido contrário, uma rápida extinção de nossos parentes mais próximos do reino animal. Por volta do ano de 2050, não haverá nenhum chimpanzé, bonobo, gorila e orangotango em estado natural.
     Só para se ter uma idéia no início do século XX, estipulava-se a existência de cerca de um milhão de gorilas, um milhão e meio de chimpanzés e bonobos e cerca de 800 mil orangotangos. Hoje existem por volta de apenas 50.000 gorilas, 200.000 chimpanzés e bonobos e 100.000 orangotangos.  



     Também, outros primatas também são vítimas do sofrimento e do risco de extinção causados pelo ser humano. Vejam as fotos:
                 
 
                        
 

           

     Mesmo diante de tudo isso, de todo esse sofrimento causado pelo ser humano, acredito ainda que os grandes primatas, como todos animais, ainda podem ser respeitados pelo ser humano. Basta que você divulgue ao público as atrocidades cometidas com os animais, e evite empresas que utilizam-se do sofrimento animal para ganhar dinheiro. São empresas como o Circo de Beto carreiro, zoológicos, comerciais em que aparecem chimpanzés (os mais atuais são da uol e da embratel 21) e laboratórios de pesquisas médicas que são os grandes responsáveis pelo sofrimento e perigo de extinção dessas espécies.
     É necessário que o grande público saiba de tudo isso e passe a evitar essas instituições, para que no futuro possamos ver a imagem do lado em vez das mostradas acima.

Garoto que luta contra a leucemia doa suas economias para Associação Protetora de Animais

0 comentários


Ian Himmelstein, um garoto de 8 anos que está lutando contra a leucemia, decidiu doar todas as suas economias à Sociedade Protetora de Animais do Condado de Suffolk, nos EUA, transformando-se, segundo a imprensa internacional, em um “herói dos animais”.
Apesar de estar vivendo uma situação muito difícil, em pleno tratamento de quimioterapia, Ian afirma que os animais necessitam desse dinheiro mais que ele próprio: “Tenho guardado dinheiro para uma viagem por causa do meu câncer, mas pensei que os animais necessitavam muito mais do que eu”.
No outono passado, Ian foi atacado e ferido pelo cachorro de um vizinho, mas, apesar disso, o garoto disse que seu amor pelos animais não mudou. “Eu adoro os cachorros, só não gosto daquele cachorro”, disse Ian.
Roy Gross, chefe da Sociedade Protetora à qual Ian doou seu dinheiro, afirma sentir-se profundamente tocado por saber que um garoto possa sentir tamanha paixão pelos animais, chegando a ter um gesto tão solidário e compassivo. Segundo ele: “Ian é um jovem maravilhoso”.
Parte da doação de Ian será utilizada de imediato para ajudar um abrigo criado para animais que,

hamster

0 comentários
hamster no seu habitat natural

Chineses divertem-se arremessando animais para serem devorados por leões

0 comentários


Foto: Reprodução/Daily Mail
Crianças sorriam à medida que davam tapinhas na cabeça do cabritinho e faziam cócegas por trás das orelhas. Alguns mais animado tentavam subir nas costas do animal, mas logo eram derrubados com uma rápida chacoalhada.
A cena poderia retratar uma ida de qualquer família ao zoológico, de qualquer parte do mundo, a não ser pelo fato que aconteceria em seguida.
Um homem içou um cabrito e, com sangue frio, o atirou sobre o muro em direção à cova cheia de leões famintos. O pobre cabrito tentou correr para salvar sua vida, mas não teve qualquer chance. Os leões rapidamente cercaram-no e começaram a rasgar sua carne.
“Uus” e “Aas” podiam ser ouvidos à medida que as crianças observavam o cabrito ser dilacerado membro por membro. Algumas começaram a aplaudir silenciosamente com um olhar de espanto.
As cenas testemunhadas no Badaltearing Safari Park, na China, estão rapidamente se tornando normais para muitas famílias chinesas.


Foto: Reprodução/Daily Mail
Enormes multidões agora se aglomeram nos zoológicos de todo o país para observar animais sendo despedaçados por leões e tigres.
A apenas uma hora de viagem das principais atrações olímpicas de Beijing, Badaling é em muitas formas um típico zoológico Chinês.
Próximo à principal arena de massacre fica o restaurante. Lá as famílias podem comer um cachorro que foi cozido lentamente enquanto observam vacas e cabritos sendo estraçalhados por leões.
O zoológico também encoraja os visitantes a “pescar” leões usando galinhas vivas como isca. Por somente 2 libras, os visitantes amarram galinhas aterrorizadas em varas de bambu e balançam-nas em frente aos leões, da mesma forma que o dono de um gato poderia importunar seu animal com um brinquedo.
Durante uma visita, uma mulher conseguiu provocar os “grandes gatos” com uma galinha, petrificada, por cinco minutos até que um leão conseguisse agarrar a ave com a mandíbula.
A multidão aplaudia enquanto a ave batia suas asas pateticamente na tentativa fútil de fugir. O leão finalmente apertou a criatura aterrorizada até a morte.
Os turistas eram então reunidos em ônibus e conduzidos até a área gradeada dos leões para observar outro espetáculo tão cruel quanto esse. Os ônibus têm rampas especialmente planejadas para empurrar galinhas vivas e observá-las sendo despedaçadas.


Foto: Reprodução/Daily Mail
Novamente, crianças são encorajadas a participar do massacre.
“É quase uma forma de abuso infantil”, afirma Carol McKenna do grupo de defesa do bem-estar animal OneVoice. “A crueldade dos zoológicos chineses é nojenta. Pense no impacto das crianças observando isso. Que tipo de futuro há para a China se suas crianças pensam que esse tipo de crueldade é normal?
“Na China, se você ama animais, você quer se matar todo dia de desespero.”
Mas a crueldade de Badaling não se limita a animais despedaçados. Para aqueles que ainda têm estômago, o zoológico oferece numerosos animais traumatizados para nos maravilharmos.
Dois ursos tibetanos em perigo de extinção e com argolas de ferro enferrujadas no nariz estão acorrentadoa em gaiolas tão pequenas que não conseguem sequer se virar.
Um deles ficou claramente louco e gasta a maior parte de seu tempo balançando sua cabeça e dando pancadas nas grades de sua prisão.
Há outras tantas criaturas, incluindo tigres, que também parecem ter ficado loucas por causa do cativeiro. Previsivelmente, elas são mantidas em condições limitantes e desprezíveis.
“Zoológicos como esse me dão vontade de boicotar tudo que seja chinês”, declara Emma Milne, estrela de Vets In Practice da BBC.
“Eu gostaria de picar tudo em minha casa que seja feito na China. Eu tenho grandes problemas com sua cultura. Se você curte observar um animal morrer, isso então é um reflexo nojento e triste sobre você. Talvez não devêssemos ficar surpresos com esse comportamento com os animais, já que o valor da vida humana é tão baixo na China.”
Ao Leste de Badaling fica o igualmente horrível Qingdao Zoo. Ali, visitantes podem participar da mais recente mania de molestar tartarugas.
Em suma, famílias chinesas agora se reúnem em zoológicos para atirar moedas em tartarugas. É simples, você bate na cabeça de uma tartaruga com uma moeda e faz um desejo, o pedido vai virar realidade. É o equivalente chinês ao poço de desejos.
Para alimentar essa mania, tartarugas são mantidas em condições bárbaras no interior de pequenas salas vazias.
Quando turistas sorridentes começam a atirar moedas nelas, elas tentam desesperadamente se proteger entrando em suas cascas.
Mas os funcionários dos zoológicos chineses descobriram uma forma de contornar isso: eles enrolam fitas elásticas em volta do pescoço das tartarugas para que elas não possam retrair a cabeça.
“As tartarugas não são rápidas o suficiente e não conseguem escapar”, diz Carol McKenna. “É monstruoso que as pessoas atirem moedas nas tartarugas, mas amarrar suas cabeças com elásticos de modo que elas não possam se esconder é ainda mais nojento.”
“Como as tartarugas não podem gritar, as pessoas supõem que elas não sofrem. Mas sofrem. Eu não consigo suportar a sensação do deve significar viver em uma pequena cela e ter pessoas atirando moedas em você durante todo o dia.”
Ainda pior é a loja de animais de Xiongsen Bear e Tiger Mountain Village, perto de Guilin, no sudeste da China.
Ali, vacas vivas alimentam tigres para diversão de multidões. Durante uma visita recente, observei horrorizado um bezerrinho que foi caçado e capturado. Seus gritos enchiam o ar enquanto esforçava-se para escapar.
Um tigre selvagem mataria sua presa em segundos, mas o instinto natural de predador dessas bestas foi embotado por anos vivendo em pequenas gaiolas.
O tigre tentava matar rasgando e mordendo o corpo da vaca em um frenesi aparentemente patético, pois ele simplesmente não sabia como fazer.
Finalmente, os funcionários estragaram o desafio e abateram eles mesmos a vaca, para decepção da multidão.
Embora a exibição da matança seja indubitavelmente deprimente, a “parada animal” é igualmente preocupante.
Julgando pelo resto da operação, os métodos de treinamento não vistos são improvavelmente humanos, mas o que os visitantes veem é ruim o suficiente.
Tigres, ursos e macacos apresentam-se em um “entretenimento” degradante. Ursos vestem vestidos, equilibram-se em bolas e não apenas dirigem bicicletas, como montam em cavalos.
Um urso dirige uma bicicleta do alto de um arame, acima de uma parada de tigres, e macacos e ursos tocam trompetes.
Espantosamente, o zoológico também vende carne de tigre, algo amplamente consumido na China. Já o vinho feito dos ossos esmagados dos animais é uma bebida popular.
Embora seja ilegal, o zoológico é inteiramente livre em suas atividades. Na realidade, ele ostenta ter 140 tigres mortos em freezers prontos para o consumo.
No restaurante, os visitantes podem comer tiras de tigre cozidas em óleo a alta temperatura com gengibre e vegetais chineses. O menu também traz sopa de carne de tigre e um picante curry feito com tiras da carne amaciada.


Foto: Reprodução/Daily Mail
E se isso tudo não basta, você pode comer ainda bifes de leão, pata de urso, crocodilo e várias diferentes espécies de cobra.
Visitantes “perspicazes” podem deglutir tudo com um copo ou dois de vinho de ótima qualidade feito dos ossos de tigres siberianos.
O vinho é feito dos tigres criados na área. O restaurante é o predileto dos oficiais do Partido Comunista Chinês que frequentemente se deslocam de Beijing no fim de semana.
Os zoológicos da China afirmam ser centros para a educação e conservação. Sem eles, dizem, espécies seriam extintas.
Isso é claramente uma tapeação e alguns poderiam até chamar de simples mentira. Muitos são nada mais que espetáculos sensacionalistas da Idade Média e alguns não são diferentes dos torneios sangrentos da Roma Antiga.
“É cômico afirmar que esses zoológicos são educativos”, declara Emma Milne. “Como você pode aprender algo a respeito de animais selvagens observando-os andar pra lá e pra cá dentro de uma jaula? Você poderia aprender muito mais através de um documentário de David Attenborough.”
Apesar das lastimáveis condições dos zoológicos na China, há alguma esperança.
Ter animais domésticos está virando moda na China e a esperança é que um amor pelos animais de estimação se traduza em um desejo de ajudar animais em geral. Isso parece estar acontecendo, embora vagarosamente.
Uma recente pesquisa de opinião descobriu que 90% dos chineses pensavam que eles tinham “um dever moral de minimizar o sofrimento animal”. Cerca de 75% sentia que a lei deveria ser mudada para minimizar o sofrimento animal tanto quanto possível.
Em 2004, Beijing propôs uma legislação de bem-estar animal que estipulava que “ninguém devesse molestar, maltratar ou ferir animais”. Deveriam ser banidas também lutas de animais e shows de alimentação viva.
Uma legislação teria dado um gigantesco passo a frente. Mas as propostas foram descartadas após forte oposição de grupos que tinham interesses e pareceu que a China tinha preocupações mais prementes.
E esse é o problema central do bem-estar animal na China: sua elite dirigente é brutalmente repressiva e cuida pouco dos animais.
Séculos de domínio por imperadores tirânicos e ditadores sanguinários erradicaram o respeito budista e confuciano pela vida e natureza.
Como resultado, grupos de defesa do bem-estar estão encorajando as pessoas a não irem aos zoológicos chineses. “Eles deveriam contar à Embaixada Chinesa o motivo pelo qual estão recusando visitar esses zoológicos’, diz Carol McKenna do OneVoice.

Comissão aprova regras para guarda de animal em caso de divórcio

0 comentários
Ricardo Tripoli: decisão sobre a guarda levará em conta o bem-estar animal. Foto: Brizza Cavalcante

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou na quarta-feira (28) proposta que regula a guarda dos animais de estimação nos casos de separação judicial ou de divórcio litigioso. A medida está prevista no Projeto de Lei 1058/11, do deputado Dr. Ubiali (PSB-SP). O texto foi aprovado na forma de substitutivo apresentado pelo relator, deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP).

O relator mudou o texto original para garantir que a guarda se estabeleça em razão do vínculo afetivo criado entre uma das partes em litígio e o animal e das condições de bem exercer a propriedade ou posse responsável. Pela proposta original, a decisão judicial deveria favorecer o ex-cônjuge que fosse o legítimo proprietário do animal.

“A medida visa a garantir os preceitos de bem-estar animal, determinando que fique com a guarda aquele que demonstre maior capacidade para o exercício de sua posse”, afirmou.

Ricardo Tripoli acrescentou, no substitutivo, que as regras relativas à posse do animal se aplicam nos casos de dissolução litigiosa da união estável tanto hetero quanto homoafetiva.

O relator excluiu do projeto trecho que redefinia a classificação de animais de estimação. “A redação original define animais de estimação como aqueles mantidos também para fins de entretenimento próprio ou alheio, o que autorizaria – já que não veda expressamente – a exploração dos animais ou a sua utilização, ainda que não lucrativa, em exibições públicas ou privadas, como em circos ou atividades congêneres.”

Filhote de esquilo ferido vira notícia internacional

0 comentários
Filhote de esquilo recebe bandagem violeta em Leatherhead, no Reino Unido.
Filhote de esquilo recebe bandagem violeta em Leatherhead, no Reino Unido.

Violet, que recebeu o nome devido à cor da bandagem, ficou famosa na imprensa internacional. Sites, jornais e redes de TV, como Daily Mail, NBC e Huffington Post, noticiaram o resgate do animal.
Violet, que recebeu o nome devido à cor da bandagem, ficou famosa na imprensa internacional. Sites, jornais e redes de TV, como Daily Mail, NBC e Huffington Post, noticiaram o resgate do animal.

Um casal derrubou o filhote quando esta podando uma árvore. Ao cortarem um galho, o animal caiu, teve o braço ferido e ainda se separou da mãe. Uma sociedade de proteção, chamada pelo próprio casal, resgatou Violet e agora a alimenta com um leite especial, similar ao que recebia da mãe. O esquilo passa bem.
Um casal derrubou o filhote quando esta podando uma árvore. Ao cortarem um galho, o animal caiu, teve o braço ferido e ainda se separou da mãe. Uma sociedade de proteção, chamada pelo próprio casal, resgatou Violet e agora a alimenta com um leite especial, similar ao que recebia da mãe. O esquilo passa bem.

alimente o peixe

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

acessem o Video do blog

http://www.youtube.com/watch?v=p6To5C05gZY&feature=player_embedded