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TUDO SOBRE HAMSTERS COMO CUIDAR DO SEU HAMSTER
O hamster dourado ou sírio(Mesocriteus auratus) vem se tornando muito popular entre os criadores. A primeira informação sobre a existencia deste animal data de 1839, logo apos, ele foi praticamente considerado instinto. So no ano de 1930 é que ele foi novamente reencontrado, desta vez na Síria. Foi capturado uma femea e os 12 filhotes que es- tavam em um ninho a 2,5 m embaixo da terra. Eles foram levados para serem estudados em uma Universidade em Jerusalém, onde se realizou um programa de reproducao. Daí foram enviados para In- glaterra e depois para os Estados Unidos, e se espalharam pelo mundo.
HISTORIA NATURAL
O hamster dourado é membro de uma ordem de mamiferos conhe- cido como roedores, o nome é por causa dos dentes incisivos que estao localizados bem na frente da boca. Se olharmos em termos de numero de especies, distribuicao geografica e adpatacao a varias condicoes ambientais chegaremos a conclusao que os roedoress sao o maior sucesso entre os mami- feros que habitam o planeta. Os roedores são encontrados em todos os continentes, com excecao da Antartica, o tamanho tambem varia, podemos encontrar roedores de 8 cm ate 1 metro de comprimento (capivara). Podemos encontrar roedores nos desertos, florestas tropica- is, nas planicies, nos cerrados, rios e lagos. Sao aproximada - mente 1500 especies, o hamster faz parte deste grande grupo.
EVOLUÇÃO
Acredita-se que todos os roedores tiveram origem no pe- riodo Terciario da era Cenozoica, aproximadamente ha 54 mi- lhoes de anos. Naquele tempo o primeiro roedor era chamado de PARAMYS e foi deste animal que as especie comecaram a se diferenciarem. O maior roedor que se tem conhecimento viveu no era Pliocenica aproximadamente ha 7 milhoes anos, tinha o tamanho de um Hipopotamo. Mas o sucesso da sobre viven- cia ficou para os pequenos animais que continavam a se mul- plicar e a se adptar as mudanças geográficas e climáticas.
LOCALIZAÇÃO
Cada especie tem origem geografica diferente e as deno- minacoes das raças variam de lugar para lugar. Assim o nome cientifico da especie eh a certeza de estarmos falando do mesmo animal. Especie Localizacao geografica Allocricetulus eversmanni Russia e China curtatus Russia e China Calomyscus bailwardi Iran Crecetulus barabensi Russia griseus Russia e China longicaudatus Russia, China e Mongolia migratorius Bulgaria e China lama Tibet Cresetus crisetus Europa e Asia nehringi Europa e Asia Mesocriteus auratus Siria Phodopus sungorus Russia,China e Mongolia roborovsky's Russia Tscherskia triton China
MUTAÇÃO
Todas as especie de animais desenvolvem um processo continuo de adpatacao que chamamos de Mutacao. O modo que este processo se iniciar eh ainda pouco conhecido, mas eh diretamente ligado aos gens do animal. Em condicoes natu- rais este processo eh bem mais lento, todavia quando o a- mal eh criado em cativeiro, este pequenas mudancas podem aparecer em qualquer tempo e em quaisquer animais. A mao do homem, atraves de criacoes e selecoes eh quem tem maior chance de provocar mudancas fisicas nos a- mimais , de modo que eles apresentem melhores indices qua- litativos e quantitativos.
CORES DOS HAMSTERS
Sao 32 cores, porem, duas cores valem especial atencao: albino e preto. O albino pode apresentar duas formas: pele com pigmento escu- ro e pele sem pigmento. O albino puro tem orelhas rosadas e olhos vermelhos, os albinos que apresentacao qualquer sinal de pigmen- tos escuros imediatamente deixam de se considerados albinos pu- ros. Os hamsters que apresentam a pele amarelada sao variedades de outras cores que foram diluidas, tentando reduzir substancialmen- te a quantidade de pigmento para poderem produzir hamsters bran- cos. O hamster preto tem sido objetivo ambicioso dos criadores, mas na verdade, ainda nao foi conseguido. Os hamsters que parecem preto, na verdade sao marrons escuro e cinzentos escuro. Muitos criadores em todo o mundo estao tentando produzir o hamster de cor preta verdadeira, eh so uma questao de tempo e tudo indica que estao perto de conseguir o preto verdadeiro.
ENCICLOPEDIA
- Hamster dourado ou sirio(Mesocriteus auratus); - Ano do descobrimento: 1839; - Primeiro estudo realizado: 1930; - Classe do animal: Roedor; - Numero de especies: 14; - Longevidade: 3 anos ( algumas especeis vivem mais); - Peso: macho 108gramas, femea 120 gramas; - Temperatura anal: 36 - 38 graus; - Periodo de reproducao: continuo; - Periodo de cio: 4 dias; - Periodo de gestacao: 16 dias; - Estado dos nascidos: sem pelos e de olhos fechados; - Idade para iniciar reproducao: 8 semanas; - Numeros de cores da pele: 32.
HABITAT
Os hamsters sao animais de clima semi-arido, porem se adpatam muito bem em areas agricolas, em algumas destas a- rea eles chegam a serem considerados como um problema. Eles tem por habito o fato de estocarem alimentos e isto acarreta prejuizos para os plantadores. Os hamsters tem a mesma caracteristicas dos famosos esquilos, que eh exata- mente a de estocar alimentos. Ja foi encontrado em um ni- nho de hamster um estoque de alimento de 50 Kgs. eh muito mais que um hamster pode consumir em um periodo de 6 meses. Este tipo de comportamento causa transtorno entre os plan- tadores e encaram os hamsters como uma verdadeira peste.
A IDADE DO HAMSTER
A vida de um hamsters nao é muito longa, dois ou tres anos. A melhor idade para se adquirir um hamsters é com aproximadamen- te seis a dez semanas de vida. Ha algumas dicas que podem ajudar a diferenciar um hamster jovem de um maduro. A primeira coisa fazer eh examinar o tama - nho, se for da mesma raça o jovem deve ser um pouco menor; ou - tra coisa que devemos prestar atencao sao os pelos dentro da o- relhas, pois, o hamster jovem tem pelos muito fino dentro das orelhas; com o envelhecimento os pelos tendem a ficar grossos; finalmente ha o detalhes dos dentes, o hamster jovem tem dentes brancos, ja o hamster maduro tem dentes amarelados. Eh importante reconhecer a idade deste animais, pois se pusermos um hamster muito jovem junto de um maduro, com certeza, vai haver brigas e seguramente o hamster jovem vai sair ferido ou ate morto.
ACOMODAÇÃO
Os tres itens mais importantes na acomodacao dos hamsters são: espaço, ninho e segurança contra fugas. Gaiolas muitos pequenas afetam o desenvolvimento dos hamsters, o menor tamanho deve ser 52cm comprimento x 26cm de largura e 26cm de altura. A medida do ninho é de 18 cm2. As gaiolas de vidro sao as mais usadas, oferecem segurança contra fugas e permitem uma boa visualizacao dos hamsters. Para evitar que os bichinhos fiquem muitos entediados eh re- comendavel que se fornecam alguns brinquedos, assim , eles se divertem e ao mesmo tempo se exercitam. O material muito usado para cobrir o chao e servir como absorvente eh casca de madeira (maravalha), preste atencao para que a maravalha esteja seca - maravalha umida traz fungos que podem prejudicar os hamsters. Papel de jornal amassado e cortado em tiras tambem eh bom absorvente, tenha certeza que haja em quantidade suficiente para para ficar umido rapidamente.
REPRODUÇÃO
A idade ideal para a femea comecar a reproduzir é em torno da décima-segunda semana, a gestação dura aproximadamente 16 di- as. A femea esta apta para reproducao até 18 meses; o cio apare- ce a cada quatro dias, caso nao haja fecundacao. Os filhotes nascem sem pelo e com os olhos fechados. Os pelos comecam a crescer a partir do terceiro dia e os olhos se a- brem apos 12 dias. Mais algum tempo e os hamsters comecam a se locomoverem e aparecem fora do ninho. Nao mexa nem toque nos filhotes antes de 14 dias de vida, se for necessario toca-los , passe po de serra nas maos para re- mover o cheiro, isto evitara que a mae hamsters perceba o novo cheiro nos bebes e mate os bebes. O nămero de hamster nascido de uma so paricao eh quase sem- pre entre seis e oito filhotes, raras vezes acontece nascerem 14, quando isto acontece a mae hamster elimina alguns dos filho- tes, pois , o seu senso indica que o bom limite eh em torno de seis .
COPROFAGIA
Os roedores praticam um duplo processo de digestao co- nhecido como coprofagia; pode-se comparar com os ruminantes. O alimento parcialmente digerido é expelido pelo anus e imediatamente eh comido pelo o animal. Esta forma de alimento nao deve ser confundido com fezes, pois, eh o processo de diges- tao em andamento. Estes "pallets" sao ricos em vitaminas e devem ser recomi- dos pelo hamster. Portanto, nao se alarme quando ver o seu ani- mal hamsters comendo "fezes". Isto eh uma ocorrencia natural, se o processo for interrompido possilvelmente vai ficar subnu- trido e doente. So remova as fezes da gaiola quando tiver certeza que "as fezes" sao realmente fezes.
TAMANHO
A variedade de tamanho entre os hamsters é algo que nos deixa indecisos no momento de adquirir uns exemplares. O me- nor deles é o Phodopus sungorus, mede entre 5,5cm. e 10,5 cm.. O maior deles é o conhecido comum hamster comum, ou seja, Cricetus cricetus, pode chegar ate 34cm., o hamster dourado é considerado de tamanho grande chegando a medir 18cm.
A SAUDE DO HAMSTER
Hamsters sao animais noturnos, nao se preocupe se seus hamsters passam o dia durmindo, eles nao estao doentes. A melhor forma de se certificar que o hamster esta pas- sando bem, eh realizar um exame fisico do animal. Comece pelos olhos, estes devem estar limpos e sem corrimentos, o mesmo ocor- re com o nariz, nao pode haver corrimentos. Apos verificar os olhos e o nariz, o proximo passo é e- xaminar a boca. Deve se encontrar limpa, sem sinais de descamação nem restos de alimentos nos dentes incisivos. As orelhas precisam ter aparencia limpa, sem sinais que foram mordidas e sem feridas. Os pes nao devem apresentar feri - das nem sinais de deformacaoes. Finalmente o couro deve estar sem area despeladas, nao ter parasitas (piolhos, carrapatos , etc.) examine principalmen- te a area em baixo da barriga, nesta regiao é onde geralmente aparecem os primeiros problemas.

Castor

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Castor é um gênero de roedores semi-aquáticos, da família Castoridae, nativo da América do Norte e da Europa, sendo o único gênero ainda existente dessa família, com duas espécies remanescentes: o C. fiber (castor-europeu) e o C. canadensis (castor-americano). Existiu também o castor-de-kellogg (C. californicus), que está extinto desde o Pleistoceno. Todas eles habitam exclusivamente o Hemisfério Norte, excepto alguns castores americanos, que chegaram à região sul-americana da Terra do Fogo, introduzidos artificialmente. Também introduziram-se indivíduos desta espécie em certas regiões da Europa. Com estas exceções, o Castor canadensis habita unicamente a América do Norte, e o Castor fiber em regiões da Europa e da Ásia. O extinto Castor californicus estendia-se pelo que hoje em dia é o oeste dos Estados Unidos. As espécies vivas são muito similares entre si, mas investigações genéticas demonstraram que as populações europeias e norte-americanas são duas espécies, sendo a principal distinção entre elas o diferente número de cromossomas.
Estes animais são conhecidos por sua habilidade natural para construir diques em rios e riachos que são os seus lares — chamados tocas — criando assim represas que bloqueiam a corrente de água. Para a edificação destas estruturas utilizam principalmente troncos de árvores, que derrubam com seus poderosos dentes incisivos. Apesar da grande quantidade de árvores que devastam, os castores não costumam prejudicar o ecossistema em que vivem: pelo contrário, mantêm-no saudável, pois seus diques proveem uma grande quantidade de benefícios; entre outras coisas, estas barreiras propiciam a criação de zonas úmidas, ajudam a controlar inundações e eliminam contaminantes da corrente. Porém, em ecossistemas estranhos para eles, estas modificações ao ambiente podem ser prejudiciais, como aconteceu, por exemplo, com os castores introduzidos na Terra do Fogo e nas comunidades espanholas de Navarra e La Rioja.
Desde centenas de anos os castores fazem parte da cultura popular e, em alguns casos, tiveram uma grande influência no desenvolvimento das sociedades humanas. Um exemplo disto é sua importância na colonização europeia da América, pois a busca por suas peles foi um dos fatores que impulsionaram a exploração e o posterior desenvolvimento econômico da América do Norte. Isto foi devido ao valor comercial de suas peles e de outros produtos obtidos deles, como o castóreo. Também é um elemento muito representativo na cultura do Canadá, a tal grau que é o animal-símbolo nacional daquele país. Portanto, a influência dos castores não se limita ao setor econômico e comercial, também abarca campos variados como a literatura, a religião e o desporto.

Os suricatos

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Os suricatos são mamíferos da família dos mangustos. Eles vivem em bandos e habitam algumas das áreas mais inóspitas do planeta, são encontrados na natureza apenas no sul da África e adora o sol. A maior parte dessa espécie tem hábitos noturnos ou crepusculares. O suricatos, porém, saem da toca ao amanhecer e só voltam no fim da tarde. E grande parte desse tempo eles passam tomando banho de sol. Vivem em colônias de 40 indivíduos, que constroem um complicado sistema de túneis no subsolo, onde permanecem durante a noite.- os suricatos viraram estrelas de TV. Os pequenos mamíferos são os personagens principais da novela "No Reino dos Suricatos", do canal por assinatura Animal Planet, e fizeram tanto sucesso - venceram dois prêmios Omni Intermedia e a Medalha de Ouro do Festival de Nova York - que ganharam até uma segunda temporada sobre suas aventuras, no ar desde outubro deste ano.. Apesar de pequenos (medem 30 centímetros de altura), são animais valentes e enfrentam até cobras, mas sobrevivem mesmo à base de uma dieta de minhocas, insetos e lagartixas. As câmeras do Animal Planet acompanham uma família específica destes animais, batizada de Whiskers.
A pelagem dos suricatos é castanha, com listras negras no dorso, e esbranquiçada no ventre. A cara é branca e as orelhas, a ponta da cauda e uma pequena região ao redor dos olhos são negras. Quando descansa, o suricato fica numa posição bem característica: senta-se nos "calcanhares", com o corpo bem reto e as patas dianteiras caídas sobre o peito. Sua alimentação é variada: insetos, centopéias, pequenos roedores, aves, ovos,
répteis, frutos e raízes. O acasalamento ocorre em qualquer época do ano e os filhotes nascem cegos e pelados.
Em uma entrevista coletiva sobre a série, Mark Wild Biog, editor do Animal Planet Internacional, e o ecologista comportamental Dr. Timothy Clutton-Brock, diretor do Large Animal Research Group (Grupo de Pesquisa de Grandes Animais) do departamento de Zoologia da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, tentaram explicar o fascínio que estes animais exercem sobre o público.

Dr. Clutton-Brock lidera um time de 20 pesquisadores, que estudam 15 famílias de suricatos, num total de 300 indivíduos, espalhados por uma área de mais de 60 quilômetros quadrados. O debate mais recente sobre os suricatos é a respeito da transmissão de cultura feito por estes animais. Cientistas tentam definir até que ponto os pais ou líderes do grupo ensinam aos mais jovens a sobreviver ou deixam que eles aprendam por conta própria.

Em um estudo publicado este ano, o pesquisador Alex Thornton disse ter evidências de que os suricatos mais experientes ensinam os mais jovens a lidar com escorpiões. Eles começam dando aos filhotes escorpiões mortos para comer. Num próximo passo, entregam escorpiões vivos, mas abatidos e sem os ferrões. E seguem numa seqüência até que os pequenos suricatos possam lidar sozinhos com escorpiões adultos, vivos e com ferrões.
"Quase tudo que os humanos fazem uns com os outros, os suricatos também fazem. Mas eles vão a extremos", diz Dr. Clutton-Brock sobre os animais que estuda há 13 anos. "Durante as filmagens, descobrimos que as fêmeas lutam pela posição dominante no grupo desde muito cedo. E elas são muito mais competitivas do que os machos", conta o especialista. Quando chega ao topo, a fêmea dominante faz de tudo para impedir que as outras se reproduzam. Os corpos das líderes chegam a ficar maiores, com aumento da taxa do hormônio masculino testosterona.
Ordem: Carnívora

Família: Herpestidae

Nome científico: Suricata suricatta

Nome popular: Suricato

Nome em inglês: Meerkat

Altura: 30 centímetros. O rabo tem mais 20 centímetros e é usado como apoio para equilibrar o animal, quando ele fica de pé.

Peso: 900 gramas

Atividade: são animais diurnos, que usam sua pele escura para se aquecer.

Ciclo de vida: de 12 a 14 anos

Onde é encontrado: Sudeste da Angola, Namíbia, Botsuana e África do Sul. Vivem em tocas divididas com esquilos e outros mangustos. Os bandos mudam-se várias vezes por ano, quando a comida se torna escassa. Uma vez alojados, são animais territoriais e defendem ferozmente suas tocas de bandos rivais.

Principais predadores: águias e chacais.

Defesa: os suricatos se dividem na tarefa de patrulhar as tocas. Um grupo está sempre de guarda enquanto os outros dormem ou procuram alimentos.

O que comem: escorpiões (são imunes ao seu veneno), besouros, aranhas, centopéias, miriápodes, minhocas, grilos, pequenos mamíferos, pequenos répteis, pássaros, ovos, tubérculos e raízes.

Procriação: o macho e a fêmea que lideram o grupo têm a maioria das crias. Nascem de dois a cinco filhotes por ninhada. Na natureza, o acasalamento acontece entre outubro e abril (em cativeiro, durante o ano todo).

Crescimento: vários adultos do bando se revezam na tarefa de cuidar dos filhotes, enquanto as mães se alimentam. Os pequenos suricatos atingem a maturidade sexual ao completar um ano de idade.
Quem não se lembra do Timão, o suricato engraçado que fazia dupla com o javali atrapalhado Pumba, no filme “O Rei Leão” da Disney?
Os suricatos são mesmo bichinhos simpáticos, como esses filhotes, novos moradores do zoológico de Basel, na Suíça. Eles são sociáveis, mas tímidos: costumam ficar perto de suas tocas, onde todos os animais de grupo podem vê-los. Quando se sentem em perigo, podem correr para dentro do buraco, ou, se estiverem longe da toca, contam com a ajuda da mãe para se esconder o mais rápido possível.

A lontra

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A lontra é um animal mamífero da sub-família Lutrinae, pertencente à ordem carnívora e à família dos mustelídeos. Vive na Europa, Ásia, África, porção sul da América do Norte e ao longo de toda a América do Sul, incluindo o Brasil e a Argentina. Seu habitat é no rio onde busca alimentos como peixes, crustáceos, répteis e menos frequentemente aves e pequenos mamíferos.
Geralmente a lontra tem hábitos noturnos, dormindo de dia na margem do rio e acordando de noite para buscar alimento. Os grupos sociais são formados pelas fêmeas e seus filhotes, os machos não vivem em grupos e só se juntam a uma fêmea na época de acasalamento. O período de gestação da lontra é de cerca de 2 meses, produzindo de um a cinco filhotes.
A lontra adulta mede de 55 a 120 centímetros de comprimento (incluindo a cauda) e pesa até 35 quilos. Embora sua carne não seja comercializada em larga escala a lontra faz parte da lista de animais ameaçados de extinção principalmente pelo alto valor da sua pele e pela depredação dos ecossistemas aos quais a lontra está adaptada.
Esse animal possui uma pelagem com duas camadas, uma externa e impermeável e outra interna usada para o isolamento térmico. O corpo por sua vez é hidrodinâmico, preparado para nadar em alta velocidade.
A lontra é capaz de assobiar, chiar e guinchar. Pode ficar submersa durante 6 minutos e ao nadar pode alcançar a velocidade de 12 km/h.


Nome popular: Lontra
Nome Científico: Lutra longicaudis


Habitat natural: Ela habita a região de rios e lagos
Distribuição geográfica: do nordeste do México ao Uruguai e na província de Buenos Aires na Argentina.
Hábitos alimentares: Alimenta-se de peixes, crustáceos, anfíbios, répteis, e ocasionalmente de aves e mamíferos.
Tamanho: Possui 82 cm de comprimento, a cauda chega a 57 cm
Peso: Chega no máximo a 15 kg. Normalmente os machos são maiores que as fêmeas

Pelagem: A coloração da parte superior varia do marrom claro ao escuro, a pelagem é curta, macia, porém bastante densa
Filhotes: A gestação é de 60 dias e nascem de 1 a 6 filhotes de cada vez. A fêmea dá cria a seus filhotes na terra ou em pedras. Os filhotes chegam a pesar de 120 a 160 g e desmamam com 6 meses de idade. Atingem a maturidade sexual com 2 anos.
Tempo de vida: A longevidade em cativeiro chega a 25 anos.


Saiba mais:
A lontra é um animal que pertence à ordem carnívora.

Quando está caçando, tem por hábito pegar o alimento e comer na beira do rio.
As lontras têm hábitos crepusculares e noturnos. Por esse motivo, durante o dia, preferem dormir entre pedras ou ocos de árvores próximas aos rios.

O grupo social consiste em uma fêmea adulta e filhotes jovens. O macho não vive em grupos, junta-se com a fêmea somente em épocas reprodutivas. Quando isso acontece, os machos marcam o seu território com urina através de glândulas secretoras.

A lontra pertence à lista dos animais ameaçados de extinção. A espécie é caçada pelo valor de sua pele, que é utilizada para confecção de casacos ou para enfeitar vestidos ou chapéus

As marmotas

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As marmotas são roedores, membros do género Marmota e estão classificadas dentro da família Sciuridae (esquilos).
Têm a aparência de um esquilo mas com dimensões maiores. Vivem em tocas que utilizam para hibernar durante o Inverno. A sua hibernação pode durar até sete meses.
Quando despertam da hibernação, a sua principal preocupação é alimentar-se o mais rápido possível para recuperar as reservas energéticas, reconhecendo as redondezas para, em caso de perigo, poderem realizar uma fuga veloz.
São animais extremamente sociais e utilizam vocalizações ruidosas como meio de comunicação, especialmente quando sentem uma ameaça. Normalmente vivem em pequenas colônias ou famílias. A marmota é uma das presas preferidas das grandes aves da rapina, e por isso todos os componentes do grupo revezam-se em uma vigilância constante. Levantando a parte anterior do seu corpo, ganham altura e podem se prevenir de qualquer imprevisto.
Vivem no hemisfério norte, em regiões montanhosas, onde o clima rigoroso não permite uma vegetação mais desenvolvida do que a erva dos prados alpinos. As marmotas são herbívoras, para se alimentar não fazem grande esforço, já que sua dieta é composta pela mesma erva dos prados que rodeiam seus abrigos.
Em tempos remotos, como na época das glaciações, a marmota comum ocupava grande parte da Europa.
 Nome Comum: Marmota

Nome em Inglês: Alpine Marmot

Nome científico: Marmota marmota

Reino: animal

Filo: Chordata

Classe: Mammalia

Ordem: Rodentia

Família: Sciuridae

Comprimento: de 50 a 75 cm, mais de 15 cm de cauda.

Peso: 8kg no outono e pouco mais de 4 kg na primavera

Ninhada: 2 a 7 filhotes

Período de gestação: 5 semanas

Período de vida: 15 a 18 anos. As fêmeas vivem mais que os machos.

Aparência: Têm a aparência de um esquilo, mas com dimensões maiores.

Estilo de vida: Vivem em tocas que utilizam para hibernar durante o Inverno. A sua hibernação pode durar até sete meses. São animais extremamente sociais e utilizam vocalizações ruidosas como meio de comunicação, especialmente quando sentem uma ameaça. Normalmente vivem em pequenas colônias ou famílias.

Distribuição: Vivem no hemisfério norte, em regiões montanhosas, onde o clima rigoroso não permite uma vegetação mais desenvolvida do que a erva dos prados alpinos.

Alimentação: As marmotas são herbívoras, para se alimentar não fazem grande esforço, já que sua dieta é composta pela mesma erva dos prados que rodeiam seus abrigos.
No início do inverno as marmotas forram suas tocas com grama seca e tapam a entrada do túnel dom feno e pedrinhas. Então cada membro da família se enrosca e forme até a primavera. É o sono profundo da hibernação. A respiração é lenta, a temperatura do corpo cai a cerca de 7ºC e o coração bate somente três a quatro vezes por minuto. Mesmo esse ritmo de vida reduzido desgasta as suas energias. Quando começa a hibernação as marmotas estão gordas, mas quando saem da toca na primavera estão magras e famintas.

Existem muitas espécies de marmota nas regiões frias do hemisfério Norte: a marmota-do-himalaia, a marmota-peluda, do noroeste da América do Norte, e o bobak são apenas algumas. Uma das mais conhecidas é a marmota-alpina, da Europa, famosa pelo seu grito silvado e pela sua disposição para brincar. No verão a marmota é muito ativa. Alimenta-se de raízes e grama, e bebe raramente.
Os filhotes nascem pelados e cegos, e só deixam a toca após seis semanas de vi. Levam dois anos para chegar à idade adulta. Durante esse tempo a fêmea não tem novos filhotes.

O cão-da-pradaria

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O cão-da-pradaria é um mamífero roedor da família Sciuridae, classificado no género Cynomys. O grupo inclui cinco espécies, todas elas nativas da América do Norte, que habitam as pradarias dos Estados Unidos da América, Canadá e México. O seu nome genérico deriva do grego cyno (cão) + mys (rato).
Os cães-da-pradaria são animais de constituição robusta, com comprimento situado entre 30 a 40 cm, incluindo a cauda, que é relativamente curta. Têm hábitos gregários e vivem em colónias numerosas, constituidas por um ou mais grupos familiares. Cada um destes é composto por um macho, 2 a 4 fémeas e respectivas crias.
As colónias de cães-da-pradaria habitam um sistema complexo de túneis que pode abarcar vários acres e chegar aos 10 metros de profundidade. Os túneis têm diversas saídas para a superfície e englobam inúmeras cavidades com funções específicas como comer, dormir, cuidar das crias ou passar o tempo. Para além de servirem de habitação aos cães-da-pradaria, os seus túneis têm funções ecológicas importantes no seu ecossistema, servindo como canal de escoamento das águas da chuva para os aquíferos subterrâneos, como travão para a erosão e compacção dos solos. Uma vez abandonados pelos cães-da-pradaria, os túneis mostram-se úteis a muitas outras espécies, principalmente como local de nidificação para aves.
Os cães-da-pradaria têm uma alimentação sobretudo herbívora e complementam a dieta com pequenos insectos. Por outro lado, são a principal fonte de alimento para diversos predadores das pradarias como raposas, doninhas e aves de rapina. Para prevenir estes ataques, há sempre um indivíduo de grupo de vigia, enquanto os restantes membros da colónia se alimentam no exterior. Em caso de perigo, o vigilante emite um grito de alerta, específico para o tipo de predador em causa.
Apesar da sua importância ecológica, os cães-da-pradaria foram caçados em grandes números, sobretudo no século XIX, por serem considerados como ameaça às colheitas. Como resultado disto e do impacto humano no seu meio ambiente, as populações diminuiram bastante. Os cães-da-pradaria são também caçados na Natureza enquanto juvenis para serem criados como mascotes.

o gerbo da mongólia,

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Entre os roedores domésticos encontramos o gerbo da mongólia, um roedor que  vivem de 3 a 5 anos e mede cerca de 25 cm. Essas animais são bastante parecidos com os famosos hamster e vivem em gaiolas como eles.
Esses animais são originários da Mongólia, por isso seu nome. A gestação dura aproximadamente 25 dias, onde a fêmea dá a luz de 4 a 5 filhotes. Uma grande vantagem de manter esses animais como bichinhos de estimação é o fato de serem higiênicos e não necessitarem de vacinação.

Vida dos Ratos

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Um Pouco Mais Sobre a Vida dos Ratos
Os ratos, em geral, têm hábitos noturnos. Eles só saem à luz do dia quando sua população aumenta tanto que a comida disponível acaba ficando insuficiente para alimentar a colônia toda.
Alimentação
A ratazana e o rato-de-telhado são muito desconfiados em relação a um alimento que vão ingerir: um novo alimento ou isca que é encontrado, ao longo da trilha que percorrem ou perto dela, é observado muito cuidadosamente. Assim, o rato desconfia e não devora o alimento, e sim espera que um rato que esteja mais esfomeado, ou que seja menos experiente, vá até o novo alimento ou isca e o devore. Caso não aconteça nada de anormal para o rato que comeu o alimento, o observador resolve também devorar o citado alimento ou isca. Caso surjam sinais de doença no rato mais esfomeado ou inexperiente, o observador evita o alimento. Além disso, ele parece que "comunica" esse fato a toda a colônia, pois todos os outros ratos passam a evitar o tal alimento!
O rato-de-telhado e a ratazana evitam todo e qualquer objeto e alimento estranhos. Estes alimentos ou objetos são tocados somente após alguns dias de permanência no local. Já o camundongo, pelo contrário, é muito curioso em relação a tudo o que é novo.
Vencida a desconfiança, o alimento passa a ser devorado. Quando este alimento não pode ser comido rapidamente ou está em lugar muito exposto, é retirado aos poucos e levado para um lugar apropriado, onde o rato possa devorá-lo em segurança. As fêmeas levam pequenas porções de alimento para os filhotes que estão no ninho.

Água
As necessidades de água variam conforme a espécie e com o tipo de alimentação. Os camundongos, como regra geral, precisam de pouca água. As ratazanas e os ratos-de-telhado precisam de mais água, principalmente se estão sempre devorando material seco, como cereais, por exemplo.

Comportamento social
Num grupo de ratos, há os indivíduos dominantes - machos e fêmeas mais fortes, que estão na idade mais apropriada para a reprodução - e os dominados - ratos muito jovens e muito velhos.
Os machos dominantes expulsam os outros machos das tocas, ocupam os melhores locais do território da colônia e alimentam-se quando querem. Já os dominados ocupam as áreas marginais no território e só se alimentam quando não há dominantes presentes. Entretanto, quando há um alimento novo no território (como uma isca isolada ou em ratoeira, por exemplo), o rato dominante espera que o rato dominado já tenha ingerido algumas porções. Se nada acontecer a ele, o rato dominante aproxima-se, expulsa o dominado, e ingere o alimento ou a isca. Por estes motivos, os chamados raticidas violentos, como estricnina, arsênico e vários outros, dão bons resultados somente no início. Isso acontece porque os ratos sobreviventes (geralmente os dominantes) rapidamente associam a ingestão da isca com a morte, e passam a não ingerir mais este alimento. É interessante observarmos, também, que esse comportamento é imitado por todos os ratos da colônia.
Onde há abundância de alimento, como nas granjas de aves, podem ocorrer duas ou três espécies de roedores, e elas podem conviver em relação pacífica. Mas onde há competição pelo alimento isso não acontece, e nesse caso ocorre no local apenas uma das três espécies.
Dinâmica populacional
Quando há a falta de alimento, os ratos passam a limitar sua população. Isso ocorre de várias maneiras, como através do canibalismo, da baixa fecundidade, da baixa fertilidade das fêmeas e da supressão de cios, só para citar alguns exemplos. Se há espaço e comida o suficiente, as colônias crescem sem problemas.
Os ratos vivem em colônias e combatem de maneira muito feroz qualquer outro rato que tente invadir seu território. O canibalismo é um hábito que não é raro entre os roedores: podem ser devorados os ratos doentes e machucados e ainda os filhotes de uma ninhada que pertence a outro grupo.
Um camundongo vive, em média, um ano. O rato-de-telhado vive cerca de um ano e meio e a ratazana pode chegar a viver até dois anos.
Ninhadas
No caso do rato-de-telhado, ao chegarem aos três meses de idade, tanto os machos como as fêmeas, já estão maduros para a reprodução. Suas ninhadas têm de 3 a 9 filhotes e há, geralmente, 3 a 4 ninhadas por ano. O período de gestação é de 28 dias.
A ratazana tem, em média, 8 filhotes por ninhada. O período de gestação, para esta espécie, é de 28 dias.
Já o camundongo tem cerca de 4 a 10 filhotes por ninhada. Por ano, os camundongos geram de 4 a 5 ninhadas, e o período de gestação desta espécie é de 21 dias.
Locomoção
Quando caminha, a ratazana deixa marcada no chão (na terra ou pó) uma linha contínua entre as suas pegadas: essa linha contínua é formada pela cauda, que sempre é arrastada no chão. No caso do rato-de-telhado não há essa linha, pois ele levanta a cauda enquanto caminha e, assim, não deixa esse sinal.
A locomoção é normal, isto é, os ratos andam. Mas em situações de perigo ou brigas entre si, podem correr. Além do mais, se houver necessidade, dão saltos de alturas surpreendentes! Os locais a serem atingidos pelos ratos quando saltam podem estar tanto no mesmo nível em que os ratos estavam anteriormente quanto em locais mais altos ou mais baixos.
Danos
As três espécies de rato causam prejuízos que, apesar de não serem muito bem calculados, são realmente grandes.
O rato-de-telhado prefere alimentar-se de cereais, mas, na falta deles, pode passar a devorar muitas outras coisas.
A ratazana alimenta-se de cereais, ovos, pintinhos, pequenos patos, coelhos, animais mortos, entre outras coisas.
E o camundongo alimenta-se simplesmente de tudo o que encontra nas despensas e cozinhas.
A ratazana e o rato-de-telhado comem grandes proporções de um mesmo alimento. Os camundongos, ao contrário, ingerem pequenos bocados de cada porção de alimento encontrado.
Muitos pensam que os ratos, no campo, limitam-se a atacar os produtos de origem vegetal já colhidos e armazenados. No entanto, eles devoram também sementes recém-semeadas e plantadas. Na verdade, muitas vezes, os danos nas plantações são feitos por roedores nativos.
Nas construções usadas para armazenagem e nas residências, além dos alimentos, os ratos danificam os cabos de telefone e provocam incêndios, pois roem as instalações elétricas. Estragam sacarias, roupas, livros, objetos de madeira, entre muitos outros. Além disso, podem contaminar os alimentos e a água com agentes causadores de doenças. Suas pulgas atacam o homem e podem também disseminar diversas doenças.
Habilidades físicas
O senso de equilíbrio é muito desenvolvido nos ratos. O rato-de-telhado é um equilibrista muito habilidoso. Atualmente, alguns construtores fazem casas à prova de ratos, mas não podemos dizer que isso seja fácil. Vejamos algumas das habilidades desses roedores:
os ratos podem penetrar por qualquer abertura, desde que consigam passar a cabeça por ela;
podem roer diversos materiais duros, como madeira, tijolos, chumbo, folhas finas de alumínio e até áreas cimentadas do tipo 3:1 (3
    partes de areia e 1 de cimento);
podem nadar de maneira muito habilidosa em locais abertos, em distâncias de até cerca de 800 m. Assim, podem até mesmo
    alcançar residências bem isoladas, ainda que cercadas de água;
podem mergulhar e nadar submersos, por exemplo, dentro de um cano de esgoto e prender a respiração por quase 3 minutos! Dessa
    maneira, podem chegar a invadir residências pelo vaso sanitário;
podem subir pelo interior de canos ou calhas verticais que medem de 4 a 10 cm de diâmetro, apoiando-se em suas pernas e costas;
podem subir pelo exterior de canos ou calhas verticais que tenham até 9,5 cm de diâmetro. Para subir, abraçam-se aos condutores;
podem cavar túneis na terra que atingem até 1,25 m de profundidade.

A capivara

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CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Rodentia
Subordem: Hystricognathi
Família: Hydrochoeridae
Género: Hydrochoerus
Espécie: H. hydrochaeris

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
A capivara costuma viver em regiões às margens de rios e lagos
Utilizam a água como refúgio dos predadores, pois conseguem ficar submersas por alguns minutos
Esta espécie animal possui uma grande agilidade para nadar
Entre os roedores, a capivara é o maior animal
Uma fêmea costuma gerar, em cada gestação, de 2 a 8 filhotes
Alimenta-se de capim, ervas e outros tipos de vegetação encontrados nas beiras de rios e lagos
Podemos encontrar capivaras em diversas regiões da América do Sul e Central
Possui dentes incisivos que podem chegar a 7 cm
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:
Peso: um animal adulto pesa em média 80 kg
Comprimento: 1,20 metros em média
Tempo de vida: de 15 a 20 anos em média
Cor: marrom

porquinho da Índia

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Ele não é um porquinho e nem veio da Índia. Na verdade, esse animal pertence à classe dos roedores e é originário da América do Sul. O veterinário Lauro Soares, especialista em animais silvestres, acredita que a culpa desta confusão venha dos tempos da colonização:
- Quando Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil, ele estava tentando chegar à Índia, por isso o animal ficou conhecido como porquinho-da-índia. A comparação com o porco veio por causa do formato da cabeça.

Quem quiser ter um bicho desses em casa, deve ter cuidados redobrados, principalmente na hora da compra. Procure um local especializado, que saiba diferenciar o sexo dos bichos, caso você queira mais de um. A procriação é bastante frequente nesta espécie. Eles chegam a ter até seis crias por ano e a fêmea entra no cio horas depois do parto.
- O macho adulto tem o testículo bem evidente. O espaço entre o ânus e o pênis é maior nos machos do que nas fêmeas. A abertura do pênis tem uma abertura circular.

Alimentação
Um porquinho-da-índia vive, em média, entre cinco e oito anos, e chega a pesar um quilo. Hoje em dia, já existe ração própria para a espécie e, na opinião do veterinário, essa é a melhor alimentação para suprir as necessidades do bicho.
- Este roedor é um dos únicos animais que não produz vitamina C, então ele precisa ingerir esse nutriente. Sua falta pode provocar diversas doenças.

A vitamina C ajuda na formação do colágeno e sem ela, a pelagem pode cair ou ficar quebradiça. Além disso, a deficiência dessa vitamina pode causar dor nas articulações e dificultar a locomoção do bicho, principalmente os filhotes. Soares afirma que além da ração, é possível enriquecer a comida do bicho com vitamina C comprada em farmácias.

Os dentes nunca param de crescer e podem ficar grandes e pontudos se não forem gastos. Além da ração, os porquinhos devem comer bastante verdura rugosa, tipo alfafa. O movimento que ele faz para mastigar as folhas ajuda no desgaste dos dentes.
- Quando os dentes estão grandes, é comum os porquinhos pararem de comer, pois eles machucam a boca e a língua. Isso pode levá-los à morte.

Evite dar frutas ácidas e mistura de sementes, como girassol e milho, pois são muito gordurosas. Os porquinhos têm metabolismo rápido e por isso, não podem ficar muito tempo sem comer. O pote de ração deve estar sempre cheio.

Saúde
É difícil para o dono perceber quando o bicho está doente pelas mudanças de comportamento dele.
- O porquinho-da-índia faz o papel da presa na cadeia alimentar e, por instinto, tem o mecanismo de não demonstrar sintomas de doenças para não atrair predadores. Ele gasta todas as energias possíveis para parecer normal.

Problemas com obesidade, dentes e patas são os mais comuns entre esses animais. Para evitar que ele fique gordinho, não dê sementes e deixe-o sair da gaiola todos os dias para andar e fazer exercícios.

As patas dos porquinhos são muito sensíveis, pois não têm proteção como as dos gatos e cachorros.

Se o animal estiver muito obeso, a pressão sobre as patas é grande, e ele pode ter uma inflamação chamada pododermatite. Se isso atinge os ossos, o animal pode morrer.

O veterinário também não recomenda deixar o bicho andar na grade da gaiola. Ele recomenda que a gaiola seja forrada com jornal, papel ou serragem, pois superfícies ásperas também machucam a sola dos pés.

Comportamento

Os porquinhos emitem um ruído, principalmente se estão incomodados com algo. Animais maiores podem atacá-los, por isso não é recomendado deixá-los com outro bicho, principalmente coelhos.
- O coelho tem uma bactéria na saliva que pode transmitir pneumonia aos porquinhos.

A relação com outros porquinhos é calma e eles convivem em paz. Os porquinhos são dóceis, tímidos, curiosos e engraçadinhos, o que os torna mais simpáticos para conviver com humanos.

Ambiente

O melhor ambiente para manter um porquinho é a gaiola. Se for soltá-lo pela casa, só o faça sob supervisão, pois como são roedores, podem destruir fios, rodapés, etc. Como são propensos a ter infecções respiratórias, não deixe a gaiola perto de correntes de vento. Por ser um animal de origem andina, seu pelo é bem grosso. Por isso, eles não toleram excesso de calor.

Os coelhos

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Os coelhos são mamíferos[1] lagomorfos da família dos leporídeos, em geral dos gêneros Oryctolagus e Sylvilagus. Caracterizam-se pela cauda curta e as orelhas e patas compridas. Esses pequenos mamíferos encontram-se facilmente em muitas regiões do planeta. O termo é utilizado para referir as espécies de oito géneros, incluindo o coelho-de-amami (Pentalagus), os coelhos-americanos (Sylvilagus) e o coelho-pigmeu (Brachylagus). Alguns autores[1] incluem o género Caprolagus no grupo dos coelhos (coelho-asiático), mas a maioria classifica-o como pertencente às lebres. A espécie mais comum é a Oryctolagus cuniculus, ou coelho-europeu.
Episódio clássico de perturbação ecológica foi a introdução do coelho-europeu na Austrália. Levado para aquele país no século XIX, esse mamífero ali se multiplicou em níveis insuspeitáveis ao se ver livre dos predadores naturais e logo se converteu em praga para a lavoura. Todos os esforços para controlar a situação foram inúteis, até que se inoculou nos animais a mixomatose infecciosa, doença endêmica entre os coelhos brasileiros mas que para o europeu foi fatal em 99% dos casos.
Os coelhos possuem orelhas e pernas compridas - embora menores do que as das lebres verdadeiras - têm a cauda curta e não sobressai como corredor. Os dois gêneros de coelhos mais representativos são o Oryctolagus, a que pertence o coelho europeu comum, e o Sylvilagus, com muitas espécies norte-americanas e o tapiti ou coelho-do-mato brasileiro. A maior parte de suas espécies costuma abrir galerias subterrâneas, onde diversas gerações se sucedem nos ninhos. Seu corpo também é sempre menor que o das lebres.
Segundo a classificação científica, os coelhos pertencem, ao reino Animalia, ao filo Chordata, ao subfilo Vertebrata, à classe Mammalia, à ordem Lagomorpha, à família Leporidae.

[editar] Visão geral

Coelho overview.ogg
O coelho é um animal peludo de longas orelhas e rabo curto e fofo. Os coelhos não andam ou correm como maioria dos outros animais de quatro pernas. Um coelho move-se aos altos das pernas traseiras, que são mais longas e fortes que as pernas dianteiras. O animal também utiliza as pernas dianteiras quando se move. O coelho usa as pernas dianteiras como usamos as mãos para saltar de quatro. Quando perseguido por um inimigo, o coelho pode alcançar a velocidade de 100 km/h. Muitas crianças têm coelhos como animais de estimação. Lojas de animais tem coelhos domesticados, prontos para serem criados como animais de estimação.
Os coelhos vivem na África, Europa e outras partes do mundo. Fazem suas tocas nos campos, onde podem esconder os filhotes sob arbustos ou entre os capins altos. A fêmea geralmente tem quatro ou cinco filhotes por vez, e pode dar à luz três a quatro vezes por ano.[2]
Por milhares de anos os homens caçaram coelhos pela carne e por sua pele. Hoje a maioria dos coelhos usados como alimento e para aproveitamento de pele são criados pelo homem, mas os caçadores continuam a matar coelhos selvagens. Muitos povos apreciam a carne de coelho, que é vendida fresca ou congelada. As peles são usadas para fazer casacos ou como enfeite para casacos de fazenda ou chapéus. As peles podem ser cortadas e tingidas para se parecerem com as as de bisão, castor ou algumas outras peles mais valiosas. Uma fazenda chamada feltro pode ser fabricada com os pêlos de coelho compactados com outras espécies de pêlos. O pêlo longo dos coelhos angorás é torcido em fios macios e quentes usados em suéteres e outros agasalhos.
Coelhos e lebres são muito semelhantes e muitas vezes confundidos. Algumas vezes são designados incorretamente. Em sua maioria, os coelhos são menores que as lebres e têm orelhas mais curtas. Os animais podem ser reconhecidos por ocasião do nascimento. Um coelho recém-nascido é cego, não tem pêlos e quase não pode mover-se. Uma lebre recém-nascida enxerga, tem uma pelagem bonita e pode saltar algumas horas depois de nascida. Além disso, os ossos do crânio do coelho têm tamanho e forma diferentes dos do crânio da lebre.
Coelhos e lebres pertencem à mesma ordem, Lagomorfa (grupo principal) do reino animal. O nome dessa ordem, Lagomorfa vem de duas palavras gregas que significam "forma de lebre". Para estudar onde a ordem se coloca no reino animal, veja Classificação científica.

[editar] Origens e Evolução

Não há dúvidas ou controvérsias de que todos os coelhos domésticos descendem do coelho selvagem europeu (Lepus cuniculus). Basta fazermos uma comparação e veremos que não há diferenças apreciáveis entre eles, tanto nas suas formas, fisiologia ou hereditariedade, exceto quanto ao carater calmo do doméstico e o arisco do selvagem. É fato conhecido que, se soltarmos coelhos domésticos nos campos, eles logo se tornarão selvagens, enquanto que, sé prendermos alguns filhotes de coelhos selvagens, eles ficam mansos e fáceis de domesticar, mas conservando uma grande tendência ao retorno à vida selvagem. Nenhum outro animal, com exceção talvez do cachorro sofreu, durante seu processo de domesticação, tantas transformações como os coelhos.[3]
Do coelho selvagem europeu, foi obtido um grande número de raças de diversas cores e pesos, chegando os coelhos Gigantes de Flandres a atingirem mais de 9 quilos, o que representa 5 vezes mais do que o peso do coelho selvagem. Além disso, sofreu profundas modificações na cor do manto, na cor dos olhos e no comprimento do pêlo e das orelhas. Já 2.600 anos antes da era cristã, segundo Charles Darwin, Confúcio, o grande sábio chinês, se referia à existência do coelho na China.[3]
A maioria dos autores considera o coelho como originário da península Ibérica, da Espanha, embora outros jurguem o seu berço a África e ainda outros, o sul da Europa. Os que consideram a África o berço do coelho, acham que daí é que ele passou para a Europa. Existem, espalhados nas regiões montanhosas da Arábia, Síria e Palestina, um animal muito parecido com o coelho e conhecido por "sphan", o que provavelmente levou os Fenícios a denominarem "sphania", que significa costa dos coelhos, â região em que desembarcaram, hoje Espanha, pois aí encontraram grandes quantidades desses animais que eles confundiram com aquele roedor do Oriente. Também de "Cuniculosa" foi chamada a Hispânia, por Estrabão, o grande geógrafo grego, o qual menciona que os coelhos ali se multiplicavam tão rapidamente que se tornaram um perigo para os seus habitantes.[4]
Plínio afirma que os coelhos, partindo de Tarragona, se espalharam pelas ilhas do mar Mediterrâneo e que, na ilha Minorca se reproduziram tanto, que os seus moradores tiveram que pedir ao Imperador Romano, Augusto, que enviasse seus legionários para combaterem o perigo que representavam esses pequenos animais. Das ilhas Baleares, segundo Ayala, os coelhos se disseminaram pelos países mediterrâneos e daí pela Europa Central e do Norte.[4]
Na Inglaterra, segundo Brehn, o coelho foi introduzido no ano de 1309, por entusiastas da caça. Os antigos egípcios, gregos, hindus e chineses já criavam coelhos, segundo revelam documentos dos séculos XVIII e XIX. Na China, simbolizando a fecundidade, em 1.600 templos, eram sacrificados mais de 30.000 coelhos, na primavera, para pedir aos deuses que a terra fosse fecunda como esses animais e no outono em agradecimento pelo que a terra havia produzido.[4]
Atualmente, os coelhos se encontram espalhados por todos os continentes. A grande capacidade que tem de se reproduzirem, isto é, a sua prolificidade, reconhecida desde a antiguidade, é a sua principal característica, sendo mesmo a qualidade que os torna um dos animais domésticos cuja criação poderá atingir um desenvolvimento incaculável, produzindo em pouco tempo, grandes quantidades de alimentos, abrigos e bons lucros aos criadores. Os coelhos, como já o mencionamos, têm sua origem na Europa.[4]
Levados para a Austrália, não encontrando aí inimigos naturais e sim boas condições de clima e alimentação variada e abundante, multiplicaram-se tanto e tão rapidamente que se tornaram uma terrível praga, um problema de calamidade pública até agora insolúvel, pois causam grandes prejuízos àquele país, devastando suas pastagens e plantações. Hoje em dia, é, calculado em 500 milhões o número de coelhos existentes nesse país.[5]
A tal ponto chegou a situação que, para o país não ser todo invadido pela praga dos coelhos, foi construída uma cerca de tela de arame de 2 metros de altura e com 2.240 km de extensão, dividindo o país em duas partes, uma das quais dominada por esses pequenos animais. Todos os métodos de combate e extermínio já foram tentados mas sem resultados satisfatórios, contra essa qualidade dos coelhos, a proliflcidade, que se tornou uma praga na Austrália. O mesmo já está começando a ocorrer no sul da Argentina e do Chile.[5]

[editar] Características

Anatomia interna de um coelho.
Coelho características.ogg
Os coelhos selvagens têm pelagem grossa e macia, acastanhada ou acinzentada. A pelagem do coelho domesticado pode ser preta, castanha, cinza, branca. ou apresentar combinações dessas cores. Um coelho selvagem adulto atinge de 20 a 35 cm de comprimento e pesa de um a 2,5 kg. Os coelhos de criação podem ser bem maiores e pesar mais de 2,5 kg. As fêmeas geralmente são maiores que os machos. a maioria dos coelhos vivem mais de quatro ano em estado selvagem, porque tem uma velocidade imensa contra os inimigos. Muitos coelhos criados como animais de estimação vivem até dez anos.
Os olhos do coelho ficam nos lados da cabeça. Em conseqüência, o animal pode ver objetos situados atrás dele ou dos lados melhor do que se estiverem à sua frente. Os coelhos podem mover as longas orelhas de uma vez ou separadamente, para captar sons, ainda que fracos, vindos de qualquer direção. Os coelhos também dependem de seu olfato aguçado para alertá-los do perigo. O coelho parece movimentar o nariz ininterruptamente.
Os coelhos eram antigamente classificados como roedores. Como os castores, camundongos e outros roedores, têm os dentes bem adaptados para roer. Mas, ao contrário dos roedores, têm um par de pequenos dentes atrás dos dentes superiores dianteiros.
A cauda do coelho tem cerca de 5 cm de comprimento e é coberta de pêlo macio e fofo que a faz parecer redonda. A pelagem da parte inferior da cauda da maioria das espécies de coelho tem cor mais clara do que a da parte superior. Os coelhos-de-rabo-de-algodão da América do Norte são assim chamados pela cor branca ou cinza-clara da pelagem da parte inferior da cauda.

[editar] Diferenças das lebres

Como se viu pela classificação zoológica, coelhos e lebres são animais bastante semelhantes entre si. Essa semelhança não restinge apenas à escala classificatória, mas se estende também ao aspecto fenotípico, ou de aparência e conformação anterior. A semelhança entre o coelho e lebre é tão grande que mesmo os especialistas podem confundi-los, tomando um pelo outro, fato que se verifica com a chamada lebre-belga, que se trata de um coelho, ou com o chamado coelho-americano (jack-rabbit), na realidade uma lebre. Todavia, apesar da grande semelhança entre essas espécies, é possível distinguir uma da outra através das características próprias de cada uma,[6] como se pode ver na tabela abaixo.
Coelhos Lebres
Vivem nos campos Vivem nos campos e bosques
Vivem em colônias Vivem aos casais
Fazem galerias subterrâneas Vivem em campo aberto
Em caso de perigo, entram nas galerias Em caso de perigo, fogem em alta velocidade
São mais velozes que as lebres, mas se cansam logo Mantêm a mesma velocidade durante a corrida, parecendo não se cansarem
Em caso de perigo, dão um tapa no chão com a pata traseira, para avisar seus companheiros Não batem no solo
Dão crias em um ninho subterrâneo Dão crias em ninho preparado sobre a superfície do solo
Peso do macho adulto — 2 a 3 quilos e só em raças aperfeiçoadas, vai a 6, 7 ou mais quilos No campo, atinge 5 a 6 quilos
Comprimento do corpo — 40 a 45 cm 60 a 70 cm
Comprimento da cabeça — 8 cm 12 cm
Comprimento da cauda — 6 cm 9 a 10 cm
Comprimento das orelhas — 8 cm 12 a 14 cm
Orelha mais curta do que a cabeça Orelha mais comprida do que a cabeça
Corpo curto e maciço Corpo alongado
Coloração selvagem, com predominância de pelos cinzas Cor selvagem, com predominância de pelos avermelhados
Subpelo azulado Subpelo branco
Ponta das orelhas orladas de preto Ponta das orelhas com grandes estrias pretas
Pelos acamados e suaves ao tato Pelos um pouco levantados e um pouco ásperos
Cerdas com 2 a 3 cm de comprimento e o velo mais curto do que a lebre Cerdas de 6 a 7 cm e o velo mais comprido que o dos coelhos
Carne branca Carne vermelha
Osso zigomático comprido e largo Osso zigomático curto e estreito
Osso interparietal bem distinto dos parietais Osso interparietal bem unido aos parietais
Úmero mais comprido que o rádio Úmero mais curto que o rádio
Cúbito forte, mais grosso que o rádio Cúbito mais comprido e fraco que o rádio
Falanges dos dedos terminais soldados em "canaletas" falanges sem "canaletas"
Íris morena escura íris amarela escura
3 a 6 placas de Peyer no intestino delgado 8 a 10 placas de Peyer no intestino delgado
Gestação — 30 a 31 dias Gestação de 40 dias
Láparos nascem pelados e com os olhos fechados Filhotes nascem com pelos e olhos abertos
O número de láparos varia de 1 a 18 Em geral dá 1 a 4 e raramento maior número de filhotes
Os láparos ficam no ninho Os filhotes nascem no ninho
Os láparos dependem da mãe no mínimo durante 1 mês Os láparos dependem da mãe por menos tempo

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