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Qual a ave de rapina mais forte e mais pesada?!

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É o gavião-real. Ele consegue caçar macacos, veados e cervos. Denominado como a ave de rapina mais forte do mundo, o Gavião Real é uma ave que tem a maior parte de sua espécie vivendo no Brasil, vive sozinha com excepto na época de acasalamento e tem a sua visão aproximadamente oito vezes mais forte à visão humana (característica comum entre a grande maioria das aves de rapinas), capacidade equivalente de um ser humano enxergar um homem a um quilômetro de distância, podendo distinguir a cor dos seus olhos.

Qual é a maior ave?

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É o condor com aproximadamente 3 metros de comprimento de uma ponta da asa à outra. O condor é o nome dado a duas espécies de aves, pertencentes a diferentes géneros, da família dos catartídeos, ordem falconiformes. Aves de porte avantajado, coloração preta com colar branco no pescoço, asas com manchas brancas, cabeça, nuca e pescoço nus. Os jovens são pardos. São também conhecidos pelo nome de abutres-do-novo-mundo. Conquanto sejam principalmente sacrófagos (alimentam-se de carne em putrefação, cadáveres), por pertencerem à família catartídeos não são directamente relacionados com os abutres-do-velho-mundo, da família acipitrídeos, a que pertencem os falcões, gaviões, águias e milhafres. Existem duas espécies: condor dos Andes e da Califórnia.

Qual a ave de rapina mais famosa do mundo?

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É a águia-careca. Símbolo dos EUA, assim como foi do Império Romano e de Napoleão Bonaparte. A Águia Careca é o símbolo dos Estados Unidos da América. Possui este nome devido à pelagem branca da cabeça e do rabo, não porque seja careca. Não existe em Portugal.

Experimentos com animais revoltam alunos da Universidade Federal de Santa Maria

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Muitos estudos ditos científicos, que utilizam experimentação animal, são polêmicos e deixam indignados quem se preocupa com os direitos animais.
Em Santa Maria, o projeto de um doutorando da Pós-Graduação de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no RS, revoltou alunos, funcionários e professores do curso.
O experimento consistiu em criar e testar uma placa de titânio para recomposição de mandíbulas e maxilares de cães que, por causa de um câncer na boca, tenham passado por cirurgia de remoção de parte ou de toda a mandíbula.
O projeto testou o desempenho de próteses humanas e de uma placa específica desenvolvida pelo doutorando com ajuda de engenheiros para a anatomia dos cães.
O estudante usou cães como cobaias que tiveram parte ou toda a mandíbula retirada para a colocação e teste das placas. O doutorando Cristiano Gomes e o orientador dele, professor Ney Luis Pippi, negaram os maus-tratos.
Imagens enviadas ao jornal Diário de Santa Maria – as pessoas que mandaram pediram suas identidades preservadas – mostraram os animais magros, trancados em gaiolas, deitados em meio à própria urina, com pratos de ração virados e vazios, em um ambiente sem condições de higiene.
— O problema foi que houve descaso no cuidado com os animais. O Cristiano praticamente não acompanhou o pós-operatório, deixando tudo para estagiários que, muitas vezes, não sabiam nem o que fazer — disse uma estudante, que preferiu não se identificar.
Gomes diz que os cães estavam sob os cuidados de 12 pessoas – além dele, quatro doutorandos, três mestrandos e quatro bolsistas da graduação. O estudante teria ficado na cidade até março, acompanhando os animais e, depois, teria mudado para Tubarão (SC), onde passou em um concurso. Segundo ele, depois do seu afastamento, os demais membros do projeto permaneceram cuidando dos bichos.
Ainda segundo Gomes, no pós-operatório, os animais teriam ficado cerca de uma semana, recebendo medicação (anti-inflamatórios e antibióticos), diariamente, de manhã, à tarde e à noite. Conforme o doutorando, todos eram alimentados por sonda com ração umedecida e batida no liquidificador.
UFSM diz que não sabia dos desdobramentos da pesquisa
Tanto a coordenação da pós-graduação em Medicina Veterinária quanto a direção do Hospital Veterinário e a reitoria da UFSM não tinham conhecimento dos desdobramentos da pesquisa sobre câncer de boca em cães.
— Fiquei sabendo da história na última sexta-feira. A coordenação (da pós) não tem ingerência sobre os experimentos dos pós-graduandos. A coordenação não tem como sair e inspecionar os cento e poucos alunos que temos — disse a coordenadora da pós-graduação em Medicina Veterinária, professora Sonia Terezinha dos Anjos Lopes.
A coordenadora comentou que iria se informar com o doutorando Cristiano Gomes e com seu orientador, Ney Luis Pippi, sobre o ocorrido no projeto.
— A área física é a do hospital, mas o hospital não interfere nem nas aulas nem nas pesquisas da pós — disse Luiz Sérgio Segala de Oliveira, diretor do Hospital Veterinário da UFSM.
A reitoria disse que só se manifestará sobre o assunto depois do pronunciamento do Comitê de Ética.

Alegria de viver Beagles resgatados do criadouro Green Hill ganham nova vida

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Estão todos bem. Giacomo e Molly correm em direção a Irene em um jardim qualquer entre a região da Liguria, na Itália, e a França. Rolam no chão como fazem os filhotes da idade deles, têm uma paixão incontrolável por tornozelos e obsessão por cadarços. Mas Giacomo e Molly, que na verdade não se chamam assim, são ‘sujeitos de um crime’. Junto a outras dezenas de cães da raça beagle, foram pegos e salvos pela blitz formada por defensores animais contra o Green Hill, criadouro de Montichiari, no norte da Itália, que produz cobaias para laboratório. As informações são do jornal La Stampa.
Irene e Maria são ativistas e fazem parte do Esquadrão Animal, um das tantas associações que atuam pelo mundo dispostas a tudo para tirar os animais de situações de maus tratos ou, como neste caso, de criadouros ou laboratórios de experimentação.
Todos os cães retirados de Montichiari em 28 de abril – algumas pessoas dizem que foram 30, outras, 70 – agora estão em lares seguros e receberão cuidados. “Eles não serão adotados, pois não confiamos. Sabia que três cães foram devolvidos ao proprietário do Green Hill? Por este motivo foram necessários três dias, quatro viagens e alguns telefonemas para encontrar quem pudesse garantir que a visibilidade que o caso teve nos jornais não atraísse a polícia e que os filhotes fossem apreendidos. É este o único motivo de tanto segredo. Temos medo por eles e por nós”, explica Irene.
Ela se lembra daquele dia: “Aquilo que dizem não é verdade. Não premeditamos nada, estávamos lá apenas para protestar, como sempre.” Irene estuda as leis, acompanha todos os comentários na TV e tem contato com os cientistas e especialistas em vivissecção. “Não somos ingênuos, sabemos responder a todas as perguntas”, diz.
O relato de Maria é menos científico e mais visionário. Ela mostra algumas fotos no computador – que não podem ser divulgadas porque é possível reconhecer os rostos das pessoas.
“Foi incrível quando entramos no criadouro”. Mas os seguranças não perceberam o que vocês queriam fazer? Maria e Irene se olham. “Eu não quero arranjar problemas para ninguém, só digo que alguns foram capazes de entrar porque naquele momento todos queriam a mesma coisa: salvar o máximo de cães que podíamos”, explica Maria. Os filhotes foram escondidos dentro dos casados e camisas.
Em relação às visitas veterinárias, Maria responde. “Todas as pessoas que estão com os filhotes tutelam outros cachorros e os veterinários não fazem perguntas específicas, eles apenas fazem a avaliação e aplicam as vacinas.” Em realção ao problema do microchip, alguns possuem uma tatuagem na orelha. “Os que já têm microchip implantado, pediremos a pessoas de confiança que retirem”, explica.

os 10 animais mais fortes

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10. Um bebê urso-pardo pesa apenas 0,5 kg. Quando ela cresce, ele pesa cerca de 550 kg. Ursos pardos são capazes de levantar 0,8 vezes seu peso corporal.
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9. Boi é capaz de superar o peso de 900 kg. É duas vezes mais do que seu próprio peso.
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8. Os elefantes podem levantar até 9 toneladas. É 1,7 vezes o peso do seu corpo.
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7. Tigres pode levantar o peso, duas vezes seu próprio peso (aproximadamente 540).
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Os 10 animais mais perigosos do mundo

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10. Poison Dart Frogs – Rã de dardo venenoso

Conhecido por sapinhos ponta-de-flexa, são animais de cores vivas, vermelho, azul, verde e amarelo. A cor serve para avisar aos predadores que é um bichinho muito perigoso. Cada sapinho produz toxinas suficientes para matar até 10 pessoas.
Os 10 animais mais perigosos do mundo

09. Cape Buffalo – Búfalo selvagem africano

É um búfalo africano, o maior de todos, tanto no corpo, quanto no chifre. O verdadeiro perigo acontece quando surge uma manada correndo em sua direção.
Os 10 animais mais perigosos do mundo

08. Urso Polar

Parece um ursinho de pelúcia, tão bonitinho, mas estes lindos bichões podem facilmente arrancar a cabeça de uma pessoa. Seriam capazes de comer elefantes.
Os 10 animais mais perigosos do mundo

07. Elefante

Muitos pensam que os elefantes são amigáveis igualmente o personagem dos desenhos animados, Dumbo, mas não bem esta a realidade. Elefantes matam mais de 500 pessoas por ano.
Os 10 animais mais perigosos do mundo

06. Crocodilo Australiano da água salgada

São monstros de até 7 metros de comprimento, extremamente fortes. Na Austrália existem em grandes quantidades nas praias, rios e canais, pois são protegidos por lei. A carne humana não é sua favorita, mas atacam quaisquer coisas que estiver próxima, inclusive tubarões.
Os 10 animais mais perigosos do mundo

05. Leão Africano

Grande felino, perfeito caçador. É apelidado de o “rei dos animais”, pois se encontra no topo absoluto da cadeia alimentar terrestre, entre os animais irracionais, é claro.
Os 10 animais mais perigosos do mundo

04. – Tubarão Branco

Sangue na água por excitar este animal facilmente em busca de alimentação. Mordem qualquer coisa que se mova próximo dele. Chegam a medir 8 metros e pesar quase 2 toneladas. Sua mordida é quase suficiente para engolir um homem em pé.
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03. Box Jellyfish – Cubomedusas Australianas

Habita o Norte e Nordeste da Austrália. Um dos mais mortais animais na face da Terra. A toxina presente nos tentáculos que chegam a muitos metros de comprimento é tão forte, que os poucos sobreviventes de um encontro com este animal, descrevem a dor como se fosse um choque elétrico constante. A pessoa normalmente grita de dor e acaba desmaiando. Dependendo da gravidade dos ferimentos, causa parada cardiorrespiratória.
Os 10 animais mais perigosos do mundo

02. Cobra Naja

Conhecida também como cobra asiática. Das 50 mil mortes por ano devido picadas de cobras, a naja é responsável pela grande parte. Não é a mais venenosa, mas é a que mais pica e mata pessoas.
Os 10 animais mais perigosos do mundo

01. Mosquito

É isso mesmo, maior parte dos mosquitos só causam coceiras, mas alguns são capazes de transportar parasitas da malária e da dengue. Estas pragas são responsáveis pela morte de mais de 2 milhões de pessoas por ano.


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