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coruja

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SUINDARA




Coruja-das-torres é uma espécie que pertence a família dos titonídeos, também conhecida pelos nomes de coruja-da-igreja, coruja-branca, coruja-católica e rasga-mortalha. Habitam em diversos lugares do mundo, em geral, em todos os continentes exceto a Antártica, gostam de lugares abertos e de climas que variam de temperados aos tropicais.

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[editar]Descrição

Um adulto T. a. alba em voo, Pirineus, (França).
Uma ninhada.
Subspécie Australiana (T. a. delicatuladando o chamado shree; SE Queensland.
Mede cerca de 25–45 cm de comprimento, com uma envergadura de cerca de 75-110 centímetros. A forma da cauda é uma maneira de distinguir a coruja-das-torres de verdade quando vista em voo, como os movimentos são oscilantes e abrir das pernas balançando as penas. O rosto com a sua forma peculiar e os olhos negros dâo à ave voando uma aparência estranha e surpreendente, a crista de penas acima do bico se assemelha a um nariz.[1]
Seu peso varia de 250 a 700 g., as fêmeas são geralmente 25% maiores que os machos, podem viver até 10 anos em ambiente selvagem, a Coruja-das-torres mais velha conhecida vivia em cativeiro na Inglaterra e ja havia completado 25 anos quando deixou de por ovos. É uma ave de médio porte, com cores castanho-claro e manchas pretas nas costas e parte de trás da cabeça, além de pequenas e finas manchas pretas ou marrom escuras espalhadas por todo o corpo exceto na parte interna das asas (parte "de baixo"). Seu peito, e toda parte inferior do corpo, tal como a área interna das asas são de cor branca, podendo também apresentar-se na cor branco-acinzentado ou branco amarelado. A plumagem é suave e densa, com delicadas extremidades nas asas para abafar o som produzido pelas mesmas ao se moverem. As asas são redondas nas bordas e tem curvatura bastante suave, medem em média 107 cm em membros adultos. As linhas lacrimais seguem dos olhos até o bico. Bico tem forma de gancho para dilacerar carne. O pescoço tem área de "giro" de 270° para compensar o fato de seus olhos serem imóveis, elas costumam balançar a cabeça da esquerda para a direita quando estão curiosas ou analisando o ambiente, pois assim elas aumentam a área que visualizam e podem visualizar as imagens tridimensionalmente. A cauda é utilizada como estabilizador durante o bote. As pernas longas e poderosas amortecem o impacto das aterrisagens e estão cobertas de penas brancas até o tarso, onde geralmente não há abundância de penas. Os ouvidos assimétricos permitem localizar as presas no escuro pois sua capacidade auditiva lhe permite diferenciar o tempo que o som chega em cada ouvido, os grandes discos faciaias atuam como uma antena nesse complexo sistema auditivo, recolhendo sons o canalizando-os para os ouvidos.
Tem excelente visão noturna. Possui a capacidade de distinguir na escuridão a uma altura de 10 metros qualquer coisa que se movimente no solo. Possui a visão cem vezes melhor que a dos homens e necessita de apenas 10 por cento da luz que o olho humano usa para distinguir alguma coisa. Isso pode ser explicado por ela ter olhos enormes em relação ao seu tamanho, e a forma alongada (ao contrário do esférico sistema ótico humano) se alarga em direção à retina, abrindo espaço entre a pupila e o cristalino.[2]

[editar]Hábitos

É uma ave naturalmente noturna[2] e, frequentemente, apresenta alguma atividade crepuscular. Tyto albas encontrados em atividade durante o dia estão geralmente famintos ou buscando alimento para sua ninhada. Permanecem durante o dia em fendas em árvores, cavidades de rochedos, forros ou sótão de casas, torres de igreja etc. Costumam banhar-se em poças de água e pequenos córregos. Seu voo extremamente silencioso dá-se devido à sua adaptação a caças noturnas: sua aproximação não é identificada pela presa, que é facilmente capturada. São encontradas solitárias ou aos pares. Geralmente são sedentárias, não saindo de uma região depois de instaladas. O seu território possui um raio de sete quilômetros e quatrocentos metros em média.

[editar]Voz

A sua vocalização é um grito rouco, que se assemelha ao ruído de tecido sendo rasgado[3]. Apresenta um piar agudo quando se fere ou machuca, que também é vocalizado repetidas vezes para o acasalamento[4]. Se surpreendida no seu esconderijo ou empoleirada, começa então a repetidas vezes reproduzir um som de estalar, chocando sua língua ao bico. As crias emitem um som de pedido como de um ressonar ruidoso[5].

[editar]Alimentação

Chouette crâne (2).jpg
As corujas-das-torres são animais noturnos altamente dotados para caçar pequenas aves,invertebradosroedores, pequenos lagartos e anfíbios. A sua principal ferramenta de caça é a sua aguçada audição que lhes permite ouvir sons e definir a posição da presa na escuridão total. Voam baixo, assim elas escutam os movimentos de suas presas e identificar facilmente obstáculos próximos pelo eco de seu quase inaudivel bater de asas. A coruja posiciona as pernas para a frente e esticando as suas garras afiadas, posicionando 3 garras para frente e uma para trás para apanhar a sua presa, invertebrados elas costumam comer vivos e inteiros, enquanto que pequenos vertebrados são mortos por asfixia, apertando forte as garras contra o peito deles. Suas presas são geralmente engolidas inteiras, presas muito grandes são desmembradas ou então arrancando pequenos pedaços e comendo-os, também não é raro encontrar Tyto albas que normalmente comam presas pequenas por partes ou arrancando pequenos pedaços antes de engolir o resto da presa de uma única vez, acredita-se que façam isso para saborear a carne e o sangue, aparentemente a bílis não lhe é desagradável apesar do forte odor, esse incomum hábito alimentar já foi identificado em alguns Tyto Alba em cativeiro possuídas por falcoeiros brasileiros. Cerca de 8 a 10 horas mais tarde elas regurgitam uma única pelota de material que não conseguiu digerir, essa pelota úmida e preta (chamada de cast ou pellet em inglês) geralmente contém coisas como ossos, dentes, restos de carapaça de invertebrados, penas e pelos. Também é comum a Tyto albas nunca beberem água, retirando todo o líquido de que necessitam da carne que consomem.

[editar]Reprodução

Quando as corujas-das-torres acasalam, tornam-se parceiros para a vida toda. Se reproduzem pelo menos 1 vez ao ano em qualquer época, definido apenas pela quantidade de comida disponível em seu território. O macho inicia a corte chamando a fêmea, ele faz um vôo de exibição, incluindo fortes batidas de asas. O par usa como ninho geralmente os mesmos locais que ja usavam anteriormente. A fêmea pôe os ovos em uma cavidade escura e incuba-os. Cada ovo é posto com 2 ou 3 dias de diferença para que choquem em tempos diferentes. Os progenitores estão sempre caçando em turnos, evitando deixar a prole sozinha, quando isso ocorre a chance de que seus filhotes sejam atacados por corvos ou outros predadores é grande. As crias mais velhas são alimentadas primeiro e por vezes as mais novas morrem de fome, as mais velhas comem então as suas irmãs já mortas, asseguramdo a sua sobrevivência. As Tyto Albas ganham peso até o quinto ou sexto mês de vida, quando começam a gradualmente perder peso e reduzir seu apetite, chegando então à fase adulta.

[editar]Habitat

A espécie está associada a lugares abertos, como pastagens e terrenos agrícolas ou semi-abertos.[6] Habita em cavernas, telhados de celeiros, prédios e em torres de igrejas, de onde leva um de seus nomes mais populares.
É uma das aves com maior distribuição no planeta. Habita todos os continentes com exceção da Antártida.
Nidifica em quintas, montes, moinhos, celeiros, ruínas e igrejas, e mesmo em grandes povoações. Evitando normalmente florestas, particularmente resinosas
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Strigidae é uma das duas famílias de aves que inclui diversas espécies de corujas, a outra sendo a Tytonidae. Alimentam-se geralmente de invertebrados e de pequenosvertebrados. Possuem hábitos noturnos, mas algumas espécies, como o caburé, vocalizam mesmo durante o dia.


corujas

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Cavalo morre após ser atropelado por carro, em Itapetininga (SP)

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Um cavalo  morreu na madrugada desta quinta-feira (27) após ser atropelado por um carro, na Rodovia Raposo Tavares, em Itapetininga (SP). O motorista também morreu.
De acordo com a Polícia Rodoviária, o homem trafegava pela rodovia quando, na altura do km 168, próximo à base policial, ele atingiu um cavalo que atravessava a pista. Com a batida, o carro perdeu o controle e se chocou em uma árvore.
A vítima morreu no local antes do atendimento. O cavalo também morreu devido ao impacto.

Gato morre após ser queimado por garoto de 12 anos

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Uma atitude de um menino de 12 anos chocou os moradores do bairro Barra do Rio Cerro, em Jaraguá do Sul. Na noite de sexta-feira, um gato de pouco mais de dez anos foi levado para a Clínica Veterinária Amizade, com partes do corpo queimadas e debilitado de saúde. Um dia antes, o garoto havia colocado álcool e ateado fogo no felino.

Por conta das queimaduras e por estar desnutrido, o gato não resistiu morreu na madrugada desta terça-feira
A veterinária Daniela Brecht fez o atendimento ao gato e as informações repassadas a ela por uma das vizinhas que socorreu o bichinho eram de que uma outra criança estava com o menino na hora do incidente e jogou o felino dentro da água.
Por causa das queimaduras e por estar desnutrido, o gato não resistiu e acabou morrendo na madrugada desta terça-feira. Segundo Daniela, o gato não era do garoto que cometeu a violência. “Pelo que sei, ele vivia na rua e tinha aparecido fazia uns 15 dias na região”, destaca.
“Ela (a vizinha da criança) viu e acolheu o bicho. Como ela não sabia o estado dele, trouxe o animal só no outro dia para receber atendimento”, lembra a veterinária.
A Associação Jaraguaense Protetora dos Animais (Ajapra) afirma nunca ter visto situação semelhante na região.
“Sabemos de casos de maus-tratos, mas nunca envolvendo crianças”, comenta a voluntária Mathusa Avanci.
Por se tratar de uma situação delicada, a associação pretende se envolver no caso e conversar com os pais do menino ainda esta semana.
“Depois disso, não sabemos ainda qual será o procedimento que vamos tomar” afirma.
Ela lembra que ultimamente não se registram mais tantos casos de maus-tratos. A maior incidência é de abandono, principalmente de ninhadas inte

Rinoceronte luta pela vida após ter chifre retirado na Índia

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Moradores e veterinários tentam acalmar exemplar de rinoceronte-indiano que sobreviveu ao ataque de caçadores e teve seu chifre retirado (Foto: AP)
Um exemplar de rinoceronte-indiano (Rhinoceros unicornis) luta para sobreviver após ter sido vítima nesta quarta-feira (26) de um ataque de caçadores em uma reserva ambiental da Índia.
O mamífero foi baleado e teve o chifre retirado à força. Veterinários tentam salvar o animal em Kaziranga, mesmo sabendo que ele pode não sobreviver aos ferimentos graves.
Segundo a agência de notícias “Associated Press”, o ataque provocou indignação na província de Assam, que abriga a maior concentração mundial de exemplares da espécie considerada vulnerável na natureza — são cerca de 3 mil.
Fortes chuvas na província indiana causaram inundações e mataram \ao menos 18 pessoas nos últimos dias. Parte do Parque Nacional de Kaziranga, onde vive os rinocerontes, também foi inundada, afogando ao menos 14 animais, principalmente cervos. Outras espécies migraram para terras mais altas, entre elas o rinoceronte, deixando-as em uma área vulnerável, próximo de uma rodovia movimentada.
O fato atraiu a atenção de caçadores furtivos, que viram o exemplar e, sem piedade, retiraram o chifre sabendo que o animal estava vivo. Utilizado ilegalmente no mercado asiático, o chifre de rinoceronte é vendido como ingrediente da medicina tradicional de diversos países. A crença é que o pó é afrodisíaco.
Nos últimos nove meses, 13 rinocerontes-indianos foram mortos em ataques no parque nacional, uma tendência que tem causado preocupação em ambientalistas.
Os caçadores atiraram no rinoceronte e serraram o chifre sabendo que o mamífero ainda estava vivo. Em alguns países asiáticos, há a crença de que o pó de chifre de rinoceronte é afrodisíaco, o que tem fomentado a caça desta espécie ameaçada 


Duas gorilas órfãs são resgatadas no Congo

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Duas bebês gorilas resgatadas no Congo estão recebendo cuidados em um parque nacional pela equipe que teme que esta situação signifique um novo aumento de tráfico de vida selvagem por grupos rebeldes lutando entre si e contra o exército do Congo. As informações são da NBC News.
“Nas áreas onde a atividade dos rebeldes aumentou, a caça aumentou também,” disse LuAnne Cadd, porta voz do Parque Nacional Virunga.
“A caça aos elefantes aumentou muito na área central de Virunga,” disse LuAnne.
As gorilas salvas – uma de 4 e outra de 9 meses – são da espécie Gorilla beringei graueri, uma das duas subespécies da espécie Gorilla beringei (gorila-do-oriente) e relacionada com a famosa espécie de gorilas da montanha, segundo informações na Wikipedia.
“O tráfico de bebês gorilas é terrivelmente prejudicial à população de gorilas em extinção, pois muitos membros de uma família de gorilas devem ter sido mortos para que os bebês consigam ser caçados”, disse Emmanuel de Merode, diretor do Parque Nacional Virunga.
Em relação aos gorilas da montanhas de Virunga, LuAnne diz não saber sobre a situação dos mesmos. “Ainda não conseguimos monitar essa área.”
A gorila de 4 meses resgatada na República Democrática do Congo abre bem os olhinhos na hora de se alimentar no Santuário de Gorila Órfãos do Parque Nacional de Virunga.
Com as gorilas, vai para 10 o número de gorilas desta espécie resgatados no Congo nos últimos quatro anos, de acordo com informações do Parque.
A gorila de 9 meses foi entregue ao Parque em 13 de setembro por um grupo de proteção ambiental que informou que resgatou a gorila de um grupo armado.

A gorila de 4 meses foi regatada em 20 de setembro durante uma operação que levou à prisão de dois homens que informaram que conseguiram a gorila em uma área onde grupos armados estão disputando o controle de minas. Os acusados serão julgados, e possivelmente serão condenados à prisão perpétua.
A população de gorilas que existem apenas na parte oriental do Congo, é estimada em menos de 4 mil animais. Em 1995 a estimativa era de 17 mil.
Proteger a vida selvagem de Virunga é uma tarefa mortal: 11 guardas florestais foram mortos no ano passado em confrontos armados, e em 2012, um foi morto e vários ficaram feridos.
Por enquanto, os bebês permanecerão no Parque de Virunga durante o período de quarentena de 3 meses.
“ As duas bebês mostraram interesse uma pela outra quando se conhecereram,” disse LuAnne em um post no blog do Parque, “mas para a gorilla mais velha, parece que ela considera a mais nova como competição por comida e leite, sempre tentando pegar a mamadeira ou banana da mais nova, e até fazendo escândalo quando não consegue pegar.”
“O plano mais provável será de levá-las para o santuário no Congo que já possui 13 gorilas da mesma espécie,” disse LuAnne.
“Houve conversas de libertá-las em seu habitat,” ela disse, mas acrescentou que “é um pouco controverso devido à incerteza de seus destinos em seu habitat natural.”


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