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Bombeiros resgatam filhotes de cães de incêndio na Paraíba

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Os homens da 1ª Companhia de Bombeiros de Sousa, no sertão da Paraíba, foram acionados, na tarde da última terça-feira, 12, para conter um incêndio no bairro da Estação. Os oficiais resgataram cinco filhotes de cães em meio às chamas.
De acordo com a assessoria de comunicação do batalhão, a viatura chegou ao local por volta das 12h50 para conter um incêndio em carcaças de ônibus estacionados nos fundos de uma futura instalação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
Durante o combate às chamas, os bombeiros encontraram cinco cães desidratados e com pequenas queimaduras. Os animais foram resgatados e encaminhados a um pet shop que se voluntariou a cuidar dos filhotes. O Corpo de Bombeiros de Sousa e o pet shop pretendem agora fazer uma campanha de doação dos cães resgatados.


Associação Amigos dos Animais é acusada de maus-tratos em Leme, SP

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Pelo menos 20 cães estariam sofrendo maus-tratos em uma chácara na zona rural de Leme (SP). Segundo vizinhos do local, que fica no bairro Ibicatu, a 11 quilômetros da área urbana, a situação dos animais é de abandono total. A chácara, que abriga cães recolhidos na rua, é administrada pela ONG Associação dos Amigos dos Animais que recebe dinheiro da Prefeitura para a manuteção.
No local não há ninguém, apenas um rádio ligado. Sem cadeado, o portão de entrada é preso por um arame. Metade dos cachorros está presa em uma área pequena de 20 metros quadrados e, apesar de haver ração nas vasilhas, todos são magros e parecem estar doentes. “A chácara não possui local adequado para abrigar os animais, apenas algumas adaptações, mas que não são suficientes para todos. O chão de terra batida está com muitas fezes, o que mostra a falta de manutenção”, falou indignado um vizinho que não quis se identificar.
Outro morador disse que viu um cão morrer sem receber atenção de nenhum veterinário. “O animal estava amarrado em um coqueiro e tinha várias feridas expostas e bichos, um descaso total”, lamentou.
Os vizinhos contaram ainda que é raro alguém passar pelo local para cuidar dos animais. “Só aparece gente aqui a cada três dias, fica essa sujeirada toda, faz mal até pra gente”, reclamou a moradora.
Segundo a denúncia, quando um animal morre ele é jogado no Rio Mogi Iguaçu, que passa pelo fundo da chácara. “Eu já vi cachorros boiando nesse rio. Pra falar a verdade, isso aqui virou um verdadeiro depóstio de animais”, falou a mulher.
MovimentaçãoDepois que a reportagem entrou em contato com os proprietários, chegou o caseiro com pá e vassoura e foi limpar as fezes. Minutos depois, vieram duas moças que se dizem veterinárias. Elas negaram que a situação esteja irregular e afirmaram que os animais só são levados para a chácara depois de tratados e medicados.

Posição da ONG
Em contato por telefone, a coordenadora da Associação dos Amigos dos Animais de Leme reforçou que não existem irregularidades no local. Segundo ela, os animais são recolhidos da rua e começam a receber tratamento quando chegam ao canil. A coordenadora disse, ainda, que o trabalho deles é voluntário e confirmou que a ONG recebe uma ajuda de custo da Prefeitura no valor de R$ 5 mil investidos no pagamento dos veterinários.
Prefeitura
O chefe do setor de Zoonoses, Marcos Esquerma, disse que tem conhecimento do caso e já comunicou a Secretaria da Saúde. Na próxima terça-feira (13), a Secretaria vai realizar uma reunião com representantes da ONG e, caso a situação não seja regularizada, o repasse da verba pública pode ser cancelado.
Assista à reportagem aqui.


Búfalo é resgatado após cair em fosso, na China

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Um búfalo foi resgatado pelos bombeiros após cair em um fosso em Wenzhou, na província de Jiangsu, na China. A equipe de resgate usou uma corda para puxar o animal com segurança. O incidente ocorreu na quinta-feira, 08.

Foto: China Daily/G1



Cão que escapou de fuzilamento em Santos, SP, voltou para casa sozinho

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Animal estava com o sargento Fukuhara quando ele foi executado.
Cão correu assustado, mas retornou sozinho para casa após o crime.



Após a repercussão do assassinato do sargento da Polícia Militar, Marcelo Fukuhara, morto no último dia 7, várias pessoas se perguntaram sobre o que teria acontecido com o cachorro que também aparecia nas imagens da execução. Nas imagens registradas por várias câmeras de monitoramento, o sargento passeava tranquilamento com o cachorro quando foi fuzilado pelos criminosos. Quando notou a movimentação estranha, o cão se soltou, correu e, pouco tempo depois, voltou sozinho para casa.
Segundo a viúva do policial, Rosana Gonçalves, Fukuhara costumava passear todos os dias com o cachorro Duque, que era bem apegado ao dono. “Ele tem aproximadamente 1 ano e meio de idade e, desde filhote, morava em nossa casa. O Duque era bem apegado ao Marcelo. Percebi que está sentindo muita falta dele”, diz Rosana
Rosana lembra que, na noite do crime, o cachorro correu assustado até a casa de uma vizinha, que chegou a segurá-lo e acalmá-lo. Pouco tempo depois, o animal se soltou e voltou sozinho para casa. Ela explica que, apesar de Duque ser grande, é um animal dócil e manso. “Ele não morde. Só gosta de pular para brincar”, diz.
Após a morte de Fukuhara, Duque virou 'segurança' do buffet da família. Ele vive nos fundos do local, já que a viúva do segurança não tem condições de criá-lo sozinha em casa. "Fiz uma cirurgia nas costas e, se o Duque pula em mim, pode ser perigoso. Temos um funcionário que sempre passeia com ele”, afirma Rosana.
O crime
O sargento Marcelo Fukuhara, de 45 anos, foi assassinado na madrugada do último dia 7 enquanto passeava com o cachorro em frente ao buffet da esposa, no bairro da Ponta da Praia, em Santos. Um grupo de criminosos se aproximou do sargento e fez vários disparos. Em seguida, deram meia volta e desceram do veículo para disparar outros tiros a queima roupa. Um segurança do local tentou socorrer a vítima, mas também acabou sendo assassinado. Ainda não há pistas sobre os autores da execução.





Patrick

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Uma História IMPRESSIONANTE: 16/03/2011 - Um magro Pitbull é descoberto em um saco por trabalhadores no fundo de uma rampa de lixo de 19 andares de altura. O cão estava imóvel, mas vivo, esta é a forma q ele estava quando foi encontrado

17 de marco, 2011: Uma vez estabilizado, ele mudou-se para GSVS Pet Hospital para cuidados intensivos e contínuos. Agora, é Dia de São Patrício, e os funcionários GSVS decidiram chamá-lo de Patrick


Um trabalhador de manutenção q limpava a rampa todos os dias e na quarta-feira, 16 de março foi limpar e viu o conteúdo do saco, que ia diretamente para um compactador de lixo. Foto tirada em 22 /03/2011 - Luzes brilhantes ainda machucam os olhos dele

O saco se moveu um pouco e o trabalhador abriu e encontrou o cão moribundo dentro frio e perto da morte. A cidade de Newark o Controle Animal foi contatado e ACO Arthur Skinner pegou o cachorro e levou-o diretamente para a sociedade. Aqui, ele senta-se entre seus presentes de fãs já estavam enviando-lhe


O saco se moveu um pouco e o trabalhador abriu e encontrou o cão moribundo dentro frio e perto da morte. A cidade de Newark o Controle Animal foi contatado e ACO Arthur Skinner pegou o cachorro e levou-o diretamente para a sociedade. Aqui, ele senta-se entre seus presentes de fãs já estavam enviando-lhe


Patrik e seus presentes. Os veterinários imediatamente colocaram-no em temperatura mais quente sua temperatura intravenosa foi tão baixo que nem sequer se registrar no thermomenter



Seu primeiro cocô desde que foi resgatado. Se há algo que sai, isso significa que o seu sistema está funcionando, um marco importante na sua recuperação



"Se ele morresse durante a noite, sentimos que ele saberia que todo mundo amava e se preocupava com ele" e o tratou com cuidado e carinho. Ele espantou a todos na sociedade e no Estado Jardim, sobrevivendo com o atendimento de emergência 24 horas que a ele foi prestado



FOTOS DA RECUPERAÇÃO 























A ex dona desse sobrevivente, Kisha Curtis, está presa desde 26 de março e tem de pagar $10.000 dólares para poder sair, mas não é pelo que ela fez com o Patrick, e sim por roubo. Com isso vemos que as pessoas que maltratam animais não tem mesmo boa índole. O positivo no caso do Patrick é que New Jersey está revendo as leis, que são amenas, que punem maus tratos a animais. NJ é um dos poucos estados da região nordeste dos EUA que tem leis brandas contra maus tratos a animais. 


Leopardos estão sendo mortos na Índia

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Leopardos estão ameaçados de extinção devido à caça e à destruição do meio. Foto: AFP / BBC
Um relatório do World Wide Fund for Nature (Fundo Mundial para a Natureza) publicado no mês passado revelou que pelo menos quatro leopardos são mortos a cada semana na Índia, para extração de suas peles ou ossos. As informações são da Global Animal.




Os seres humanos já posaram recentemente como uma grande ameaça para esses animais em vias de extinção, ao esgotarem a abundância dos recursos florestais. Além dos habitats de leopardos terem sido destruídos, a população de suas presas também diminuiu, com a degradação das florestas. Sendo assim, os leopardos estão sofrendo em mais de um sentido nas mãos dos seres humanos.
Atualmente, essa espécie é considerada quase próxima à extinção e tem as suas populações declinando em vários países, de acordo com a lista vermelha de espécies ameaçadas da IUCN (International Union for Conservation of Nature). E as razões primárias disso são a caça e a destruição do habitat.
Autoridades informam que restaram aproximadamente 10 mil leopardos na Índia, embora este número seja apenas uma estimativa. Leopardos são procurados para comércio ilegal em países como a China, que utilizam seus ossos com propósitos supostamente medicinais. Outros países da Ásia geram demanda pelas peles dos leopardos.
Um artigo recente, chamado “Illuminating the Blind Spot: A Study on Illegal Trade in Leopard Parts in India” (Iluminando o ponto cego: Um estudo sobre o comércio ilegal de partes de leopardo na Índia”), calculou que cerca de 3 mil leopardos foram traficados na Índia durante a última década. Adicinalmente, nesses dez anos, o estudo revela que houve 420 apreensões de peles de leopardo, ossos e outras partes do animal em 209 localidades do país.
O artigo recomenda que a Índia tome a iniciativa de reforçar a proteção à vida selvagem, melhorando o seu conhecimento sobre leopardos e sobre a dinâmica deste comércio. Se o país não reconhecer que o comércio ilegal de animais que leva tantas vidas a cada semana, a população de leopardos tenderá a diminuir rapidamente.
Assine a petição para proibir a caça e matança desses grandes felinos.


coruja

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SUINDARA




Coruja-das-torres é uma espécie que pertence a família dos titonídeos, também conhecida pelos nomes de coruja-da-igreja, coruja-branca, coruja-católica e rasga-mortalha. Habitam em diversos lugares do mundo, em geral, em todos os continentes exceto a Antártica, gostam de lugares abertos e de climas que variam de temperados aos tropicais.

Índice

  [esconder

[editar]Descrição

Um adulto T. a. alba em voo, Pirineus, (França).
Uma ninhada.
Subspécie Australiana (T. a. delicatuladando o chamado shree; SE Queensland.
Mede cerca de 25–45 cm de comprimento, com uma envergadura de cerca de 75-110 centímetros. A forma da cauda é uma maneira de distinguir a coruja-das-torres de verdade quando vista em voo, como os movimentos são oscilantes e abrir das pernas balançando as penas. O rosto com a sua forma peculiar e os olhos negros dâo à ave voando uma aparência estranha e surpreendente, a crista de penas acima do bico se assemelha a um nariz.[1]
Seu peso varia de 250 a 700 g., as fêmeas são geralmente 25% maiores que os machos, podem viver até 10 anos em ambiente selvagem, a Coruja-das-torres mais velha conhecida vivia em cativeiro na Inglaterra e ja havia completado 25 anos quando deixou de por ovos. É uma ave de médio porte, com cores castanho-claro e manchas pretas nas costas e parte de trás da cabeça, além de pequenas e finas manchas pretas ou marrom escuras espalhadas por todo o corpo exceto na parte interna das asas (parte "de baixo"). Seu peito, e toda parte inferior do corpo, tal como a área interna das asas são de cor branca, podendo também apresentar-se na cor branco-acinzentado ou branco amarelado. A plumagem é suave e densa, com delicadas extremidades nas asas para abafar o som produzido pelas mesmas ao se moverem. As asas são redondas nas bordas e tem curvatura bastante suave, medem em média 107 cm em membros adultos. As linhas lacrimais seguem dos olhos até o bico. Bico tem forma de gancho para dilacerar carne. O pescoço tem área de "giro" de 270° para compensar o fato de seus olhos serem imóveis, elas costumam balançar a cabeça da esquerda para a direita quando estão curiosas ou analisando o ambiente, pois assim elas aumentam a área que visualizam e podem visualizar as imagens tridimensionalmente. A cauda é utilizada como estabilizador durante o bote. As pernas longas e poderosas amortecem o impacto das aterrisagens e estão cobertas de penas brancas até o tarso, onde geralmente não há abundância de penas. Os ouvidos assimétricos permitem localizar as presas no escuro pois sua capacidade auditiva lhe permite diferenciar o tempo que o som chega em cada ouvido, os grandes discos faciaias atuam como uma antena nesse complexo sistema auditivo, recolhendo sons o canalizando-os para os ouvidos.
Tem excelente visão noturna. Possui a capacidade de distinguir na escuridão a uma altura de 10 metros qualquer coisa que se movimente no solo. Possui a visão cem vezes melhor que a dos homens e necessita de apenas 10 por cento da luz que o olho humano usa para distinguir alguma coisa. Isso pode ser explicado por ela ter olhos enormes em relação ao seu tamanho, e a forma alongada (ao contrário do esférico sistema ótico humano) se alarga em direção à retina, abrindo espaço entre a pupila e o cristalino.[2]

[editar]Hábitos

É uma ave naturalmente noturna[2] e, frequentemente, apresenta alguma atividade crepuscular. Tyto albas encontrados em atividade durante o dia estão geralmente famintos ou buscando alimento para sua ninhada. Permanecem durante o dia em fendas em árvores, cavidades de rochedos, forros ou sótão de casas, torres de igreja etc. Costumam banhar-se em poças de água e pequenos córregos. Seu voo extremamente silencioso dá-se devido à sua adaptação a caças noturnas: sua aproximação não é identificada pela presa, que é facilmente capturada. São encontradas solitárias ou aos pares. Geralmente são sedentárias, não saindo de uma região depois de instaladas. O seu território possui um raio de sete quilômetros e quatrocentos metros em média.

[editar]Voz

A sua vocalização é um grito rouco, que se assemelha ao ruído de tecido sendo rasgado[3]. Apresenta um piar agudo quando se fere ou machuca, que também é vocalizado repetidas vezes para o acasalamento[4]. Se surpreendida no seu esconderijo ou empoleirada, começa então a repetidas vezes reproduzir um som de estalar, chocando sua língua ao bico. As crias emitem um som de pedido como de um ressonar ruidoso[5].

[editar]Alimentação

Chouette crâne (2).jpg
As corujas-das-torres são animais noturnos altamente dotados para caçar pequenas aves,invertebradosroedores, pequenos lagartos e anfíbios. A sua principal ferramenta de caça é a sua aguçada audição que lhes permite ouvir sons e definir a posição da presa na escuridão total. Voam baixo, assim elas escutam os movimentos de suas presas e identificar facilmente obstáculos próximos pelo eco de seu quase inaudivel bater de asas. A coruja posiciona as pernas para a frente e esticando as suas garras afiadas, posicionando 3 garras para frente e uma para trás para apanhar a sua presa, invertebrados elas costumam comer vivos e inteiros, enquanto que pequenos vertebrados são mortos por asfixia, apertando forte as garras contra o peito deles. Suas presas são geralmente engolidas inteiras, presas muito grandes são desmembradas ou então arrancando pequenos pedaços e comendo-os, também não é raro encontrar Tyto albas que normalmente comam presas pequenas por partes ou arrancando pequenos pedaços antes de engolir o resto da presa de uma única vez, acredita-se que façam isso para saborear a carne e o sangue, aparentemente a bílis não lhe é desagradável apesar do forte odor, esse incomum hábito alimentar já foi identificado em alguns Tyto Alba em cativeiro possuídas por falcoeiros brasileiros. Cerca de 8 a 10 horas mais tarde elas regurgitam uma única pelota de material que não conseguiu digerir, essa pelota úmida e preta (chamada de cast ou pellet em inglês) geralmente contém coisas como ossos, dentes, restos de carapaça de invertebrados, penas e pelos. Também é comum a Tyto albas nunca beberem água, retirando todo o líquido de que necessitam da carne que consomem.

[editar]Reprodução

Quando as corujas-das-torres acasalam, tornam-se parceiros para a vida toda. Se reproduzem pelo menos 1 vez ao ano em qualquer época, definido apenas pela quantidade de comida disponível em seu território. O macho inicia a corte chamando a fêmea, ele faz um vôo de exibição, incluindo fortes batidas de asas. O par usa como ninho geralmente os mesmos locais que ja usavam anteriormente. A fêmea pôe os ovos em uma cavidade escura e incuba-os. Cada ovo é posto com 2 ou 3 dias de diferença para que choquem em tempos diferentes. Os progenitores estão sempre caçando em turnos, evitando deixar a prole sozinha, quando isso ocorre a chance de que seus filhotes sejam atacados por corvos ou outros predadores é grande. As crias mais velhas são alimentadas primeiro e por vezes as mais novas morrem de fome, as mais velhas comem então as suas irmãs já mortas, asseguramdo a sua sobrevivência. As Tyto Albas ganham peso até o quinto ou sexto mês de vida, quando começam a gradualmente perder peso e reduzir seu apetite, chegando então à fase adulta.

[editar]Habitat

A espécie está associada a lugares abertos, como pastagens e terrenos agrícolas ou semi-abertos.[6] Habita em cavernas, telhados de celeiros, prédios e em torres de igrejas, de onde leva um de seus nomes mais populares.
É uma das aves com maior distribuição no planeta. Habita todos os continentes com exceção da Antártida.
Nidifica em quintas, montes, moinhos, celeiros, ruínas e igrejas, e mesmo em grandes povoações. Evitando normalmente florestas, particularmente resinosas

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