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Mico-Leão-Preto

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A Estação Ecológica do Mico-Leão-Preto, situada no Pontal do Paranapanema, no oeste do Estado de São Paulo, totaliza 5.500 hectares, distribuídos entre os quatro maiores fragmentos florestais de Floresta Atlântica da região.

A criação desta Unidade de Proteção Integral é resultado, entre outros, de uma articulação com o poder público e comunidade local do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), ONG que há aproximadamente 20 anos trabalha para a conservação de mico-leão-preto, espécie endêmica da região que hoje se encontra entre as mais ameaçadas do mundo.

mico-leão-preto

O mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus) está entre as dez espécies de primatas mais ameaçadas em todo o mundo.

curas para mordias de cobras

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PICADA DE COBRA Os acidentes ofídicos, que são ainda de alta freqüência em nosso meio, apresentam como responsáveis os seguintes gêneros de serpentes: Bothrops (jararaca, urutu e jararacuçu), Crotalus (cascavel), Lachesis (surucucu) e Elapídico (coral)), abrangendo um grupo de aproximadamente 60 espécies catalogadas como responsáveis por estas ocorrências.
Quando da ocorrência de um acidente ofídico, algumas atitudes emergenciais devem ser tomadas:
a)A terapêutica antiofídica deve ser iniciada preferencialmente até 30 minutos da picada, sob risco de que o veneno promova seus efeitos danosos
b) Procure deixar a vítima em repouso;
c) Não faça torniquete se não tiver formação na área de saúde;
d) Procure fazer várias punções não muito profundas em volta da picada com uma agulha esterilizada e chupar o sangue que fluir pelos furos, cuspindo-o em seguida; caso tenha ferida bucal aberta ou cáries profundas, não faça este procedimento
e) Coloque sobre a picada uma compressa gelada
f) Evite dar qualquer coisa para o acidentado beber;
g) Procure apreender a cobra, viva ou morta para identificação posterior feita por conhecedor do assunto
h) Rapidamente procure transportar o acidentado para assistência médica em local que possua soro antiofídico; faça isto o mais rápido possível.
Os soros utilizados em nosso meio são os seguintes:
Cobra desconhecida = soro antiofídico (polivalente);
Jararaca = soro antibotrópico ou soro antiofídico (polivalente);
Cascavel = soro anticrotálico ou soro antiofídico (polivalente);
Surucucu = soro anti-laquético ou soro antiofídico (polivalente); e
Coral verdadeira = soro anti-elapídico ou soro antiofídico (polivalente).
Quando ocorre acidentes com cascavel (a cobra com chocalho na ponta da cauda), a picada é extremamente dolorosa nos momentos seguintes a picada, mas desaparece depois de algum tempo. Após 30 a 60 minutos, o acidentado fica com a chamada "cara-de-bobo", devido à queda de pálpebras (efeito do veneno sobre a musculatura palpebral) e paralisia dos músculos dos olhos; o indivíduo enxerga com dupla imagem, turva, necessitando abrir as pálpebras e franzir os músculos frontais (testa) para poder.
Com o veneno circulante, a urina fica vermelho-castanho-escuro e diminui muito em volume, ou pára, nos casos mais graves, fazendo o que é denominado de Insuficiência Renal Aguda.
O envenenamento pela cascavel é dos mais sérios e que apresenta grande índice de mortalidade, o que pode ocorre em poucas horas ou tardiamente em função da lesão renal.
Principalmente nas picadas de cascavel, mas também nas picadas por outras serpentes, mesmo no caso da dor desaparecer, a vítima deve ser vista e acompanhada por Médico, pois ocorrerá necrose da pele no local da picada, que pode estender-se por todo o membro atingido, com a conseqüente amputação.
Quando ocorre picada de jararaca, além da expressão facial tipo cara-de-bobo e urina escura (vermelha e turva), podem aparecer bolhas no local da picada e sangramento das gengivas.
Portanto, em caso de convívio inevitável com risco de picada de cobra ou em casos de turismo ecológico, deve ser tomado o máximo de cuidados, desde a vestimenta (botas) até a certeza de existência de local próximo que possua soro antiofídico disponível.
Os acidentes com a Coral-verdadeira (Micrurus)são particularmente muito graves e a sua picada também causa dificuldade em abrir os olhos e visão dupla e "cara de bobo" (como a cascavel) mas, além disso, provoca intensa sufocação. O tratamento consiste na aplicação somente do soro anti-elapídico. As corais verdadeiras existem em todo o Brasil, e em qualquer terreno. A diferença da falsa-coral é que nesta, os anéis não contornam todo o corpo da cobra, porém esta diferenciação pode ser muito difícil para o leigo.

Os sintomas do envenenamento por veneno de cobras crotalídeas variam bastante, dependendo do tamanho e da espécie da cobra, da quantidade e da toxicidade do veneno injetado, da localização da mordida, da idade e compleição física da vítima e da presença de outros problemas médicos. A maioria das picadas localizam-se na mão ou no pé. Geralmente, as picadas de cascavéis, trigonocéfalas e jararacas causam dor imediatamente após o veneno ser injetado. A região edemacia (incha) em 10 minutos. Esses sintomas raramente demoram mais do que 20 a 30 minutos para se manifestarem. A dor pode variar de leve a intensa. A picada de uma cobra venenosa pode ser diagnosticada baseando-se nas marcas das presas, no rubor, na dor, no edema e no formigamento e dormência dos dedos das mãos ou dos pés ou em torno da boca, entre outros sintomas. Após a picada de algumas espécies de cascavéis, foi descrita a ocorrência de um sabor metálico ou de borracha na boca.

Quando não tratado, o edema pode progredir, afetando todo o membro inferior ou superior em algumas horas. Os linfonodos da área também podem aumentar de volume e tornar-se dolorosos. Outros sintomas incluem a febre, calafrios, fraqueza generalizada, sudorese, náusea e vômito. A dificuldade respiratória pode ocorrer, sobretudo após uma picada de cascavel do Mojave. A vítima pode apresentar cefaléia (dor de cabeça), borramento da visão, ptose palpebral (pálpebras caídas) e boca seca.

O envenenamento moderado a grave por veneno de cobra crotalídea geralmente produz equimose na pele, que pode surgir 3 a 6 horas após a picada. A pele em torno da picada parece tensa e muda de cor. Pode ocorrer a formação de bolhas na área da picada em 8 horas e, freqüentemente, elas apresentam sangue no seu interior. A falta de tratamento pode acarretar destruição do tecido circundante e a formação de coágulos de sangue nos vasos sangüíneos.

O veneno de muitas crotalídeas, particularmente as cascavéis, impede a coagulação do sangue. As gengivas podem sangrar e a pessoa pode apresentar sangue no vômito, nas fezes e na urina. Os resultados dos exames de sangue que avaliam a coagulação podem ser anormais e o número de plaquetas (os componentes do sangue responsáveis pela coagulação) pode estar significativamente reduzido.

Em geral, as picadas de cobra coral causam pouca ou nenhuma dor e edema. Os principais sintomas são causados por alterações do sistema nervoso. A área em torno da picada pode formigar e os músculos próximos podem tornarse fracos. A seguir, a pessoa pode apresentar incoordenação muscular e fraqueza generalizada intensa. Outros sintomas incluem distúrbios visuais e aumento da produção de saliva, além de dificuldades da fala e da deglutição. Em seguida, podem ocorrer problemas respiratórios, que são algumas vezes graves.

Tratamento

As picadas de cobra venenosa são emergências médicas que exigem atenção imediata. Antes de iniciar o tratamento, a equipe médica de emergência deve tentar determinar se a cobra era venenosa e se ocorreu injeção de veneno. Quando o veneno não foi injetado, o tratamento é o mesmo de um ferimento puntiforme, isto é, uma limpeza meticulosa e a aplicação de uma dose de reforço da vacina antitetânica.

Uma vítima de uma picada de cobra crotalídea deve manter-se o mais calma e quieta possível, aquecida e deve ser transportada imediatamente ao serviço médico mais próximo. O membro picado deve ser imobilizado, sem ser apertado demasiadamente, e mantido abaixo do nível do coração. Anéis, relógios e roupas apertadas devem ser removidos e nenhum estimulante deve ser administrado. Um extrator de Sawyer (um dispositivo que aspira o veneno do local da mordida, destinado aos primeiros socorros) deve ser aplicado sobre a mordida em cinco minutos e mantido durante 30 a 40 minutos, durante o transporte para o hospital para a continuação do tratamento.

O antídoto (soro anti-ofídico), que neutraliza os efeitos tóxicos do veneno, é uma parte importante do tratamento da maioria das mordidas de cobra. O soro anti-ofídico é administrado pela via intravenosa. Além disso, é administrada uma dose de reforço da vacina antitetânica e, ocasionalmente, é necessária a administração de antibióticos.

O tratamento geral para mordidas de cobra coral é o mesmo que o para as mordidas de cobras crotalídeas. Quando a vítima apresenta problemas respiratórios, o suporte ventilatório pode ser necessário. O soro anti-ofídico pode ser necessário. Deve ser administrado um que seja específico para mordidas de cobra coral. Em todos os casos de envenenamento por mordida de cobra, particularmente em crianças e idosos, um Centro de Controle de Intoxicações deve ser contatado. Para orientações sobre o tratamento de uma mordida de cobra importada, o primeiro local que deve ser contatado é o parque zoológico ou um centro de controle de intoxicações local. As pessoas que trabalham nesses locais sabem onde obter o soro anti-ofídico e têm uma listagem dos médicos especializados no tratamento dessas mordidas.

Existe um animal além da abelha que produz mel?

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Sim existe, uma espécie de formiga do deserto chamada formiga pote de mel, que produz mel do mesmo jeito que as abelha produze-na, através do néctar. Elas não vivem no Brasil, são exclusivas de desertos da América do Norte, África e Austrália. Algumas dessas formigas tem uma função única dentro de todo o ninho, que é armazenar mel no seu abdomên, servindo seu próprio corpo corpo como reserva de alimento para o formigueiro. Elas ficam fragéis quando adquirem muito mel reservando-o no seu abdomêm e fica muito dificíl para elas para se locomover dentro do ninho, então elas ficam dentro do ninho, penduradas no teto, imóveis, por boa parte de sua vida, até que na escassez de alimento, outra formiga do ninho pegue-a e a arranque seu abdômem cheio de mel de seu corpo, matando a formiga. Elas também são considerados um petisco para nativos da área.

Existe um animal imortal ?

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Por Incrivel que pareça, sim, existe, o animal é um cnidário, uma medusa de 5 mm, que consegue reverter o seu ciclo natural de nascer - crescer - reproduzir - morrer. Seu ciclo começa a partir de um ovo fecundado. Dele nasce uma larva que ao achar um substrato no mar, fixam-se e dele nasce um pólipo, cujo lembra ligeiramente com uma árvore. Das extremidades dos pólipos formam-se medusas, as formas adultas dos hidrozoários. No interior das medusas formam-se as Gónadas, que libertam óvulos e espermatozoides na água. E após o sexo, a medusa completa seu ciclo de vida morrendo, e o óvulo e sera fecundado, gerando o ovo, e começando tudo de novo. Mas não a Turritopsis nutricula. após libertar os óvulos e espermatozoides ela inverte seu ciclo biológico e retorna para a sua forma juvenil, em um processo chamado trandisferenciação, e é muito parecido com o envelhecimento normal. um dos mecanismos usados nesse processo de rejuvenescimento é a apoptose, mais especificamente, um suicídio celular programado. Mas esse processo de rejuvenescimento e envelhecimento pode acontecer infinitas vezes, tornando o animal imortal. Mas ele está sucetivel a predadores e outros acidentes, mas, dependendo dele, poderia viver para sempre. Geneticistas estão particularmente interessados nesse animal, a fim de conquistar o poder da imortalidade. Mas isso implica um problema: o número dessas medusas cresceu assustadoramente esses anos, graças a essa capacidade de rejuvenescimento. A Dra Maria Miglietta disse que estamos prestes a presenciar a "invasão silenciosa no mundo todo". Tais medusas podem se tornar a próxima praga do mudo, e o pior: O aquecimento global e poluição ajudam para o número de tais medusas crescerem ainda mais rapidamente.

Lista de cobras peçonhentas do Brasil

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Bothrops moojeni é uma espécie de jararaca da família Viperidae. Popularmente pode ser chamada de Caiçaca, Caissaca, Caiçara, Jacuruçu ou Jararacão. Foi descrita por Alphonse Richard Hoge em 1966.[1] Pode ser encontrada no noroeste da Argentina, leste do Paraguai, leste da Bolívia e centro e sudoeste do Brasil. Habita preferencialmente o cerrado e a mata das araucárias.






A Cotiara (Rhinocerophis cotiara) é uma serpente venenosa da família dos viperídeos, encontrada na Argentina e no Brasil nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
Possui cerca de 80 cm de comprimento e coloração verde-olivácea, com manchas trapezoidais marrons, margeadas de preto.
É uma espécie terrestre, associada às matas de pinheiro-do-paraná. Também é conhecida pelos nomes de boicoatiara, boicotiara, boiquatiara, coatiara, jararaca-de-barriga-preta, jararaca-preta e quatiara.
Testes preliminares de laboratório mostraram que extratos da cotiara são altamente eficazes na inibição do crescimento do câncer de mama e das linhagens de pequenas células cancerosas nos pulmões.

Bothrops jararacussu Lacerda, conhecida vulgarmente como jararacuçu, jararacuçu-verdadeiro, surucucu, surucucu-dourada, surucucu-tapete, urutu-dourado, urutu-estrela e patrona[1], é uma víbora venenosa da família dos viperídeos. De até 2 m de comprimento e coloração dorsal variável entre cinza, rosa, amarelo, marrom ou preto, com manchas triangulares marrom-escuras. É encontrada na Bolívia, Brasil (Bahia e Mato Grosso até o Rio Grande do Sul), Paraguai e Argentina.


 Cascavel é o nome genérico dado às cobras venenosas dos géneros Crotalus e Sistrurus. As cascavéis possuem um chocalho característico na cauda, e estão presentes em todo o continente americano. Geralmente, refere-se mais especificamente à espécie Crotalus durissus, cuja área de distribuição se estende do México à Argentina. A cascavel, por razões não bem entendidas, em vez de sair completamente de sua pele antiga, mantém parte dela enrolada na cauda em forma de um anel cinzento grosseiro. Com o correr dos anos, estes pedaços de epiderme ressecados formam os guizos que, quando o animal vibra a cauda, balançam e causam o ruído característico. Embora no conceito popular o número de anéis do guizo as vezes é interpretado como correspondente a idade desta cobra, isto não é correto, pois no máximo poderia indicar o número de trocas de pele. A finalidade do som produzido pelo guizo é de advertir a sua presença e espantar os animais de grande porte que lhe poderiam fazer mal. É uma ótima chance de evitar o confronto.



 Lachesis muta (L.), vulgarmente conhecida como surucucu, surucutinga, surucucutinga, surucucu-de-fogo, surucucu-pico-de-jaca e cobra-topete[1], é a maior cobra peçonhenta da América do Sul."Surucucu" vem do tupi suruku'ku[2]. "Surucucutinga" e "surucutinga" vêm do tupi suruku'kutinga, "surucucu branca"[3]. Lachesis é uma referência a Láquesis, uma das três Moiras mitológicas gregas que decidiam o destino dos seres humanos e deuses. Muta ("muda" em latim) é uma referência ao fato de a surucucu vibrar sua cauda, como a cascavel, sem, no entanto, produzir o ruído que esta produz.
 Bothrops alternus, conhecido vulgarmente como urutu, urutu-cruzeiro, cruzeiro e cruzeira[1], é um réptil ofídio da família Viperidae, a mesma da jararaca, cascavel e surucucu, que ocorre no Centro-Oeste e no Sul do Brasil, como também no Uruguai, Paraguai e Argentina. É classificada na série solenóglifa, quanto ao tipo de dentição, por ter as presas inoculadoras de veneno varadas por canais para a condução do veneno produzido em glândulas

 As corais (Micrurus, Erythrolamprus, Oxyrhopus e Anilius) são serpentes de pequeno porte, facilmente reconhecidas por seu colorido vivo. Há corais peçonhentas (Micrurus) e não-peçonhentas (Erythrolamprus, Oxyrhopus e Anilius), mas é difícil a distinção, possível apenas pelo exame minucioso da posição das presas ou da qualidade dos desenhos (anéis). As cobras-coral existem na América do Sul, América Central e Sul dos Estados Unidos da América. É também conhecida pelos nomes cobra-coral-venenosa, coral-venenosa, coral-verdadeira,
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Ouriços Cacheiros


Os Ouriços Cacheiros pertencem à familia Erinaceidae e à ordem Insectivora. Existem 16 espécies que se encontram distribuídas pelas Ilhas Britâncias, Europa, Ásia e África. Há duas espécies mais comuns: Ouriço Cacheiro Africano (Atelerix albiventris) com origem na savana Africana e o Ouriço Cacheiro Europeu ( Erinaceus europaeus)  nativo de Inglaterra e Europa.São animais nocturnos e solitários mas por vezes podem viver em pequenos grupos desde que não esteja presente mais do que um macho.

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Vivem numa variedade grande de habitats como campos de ervas, savanas, rochas e jardins suburbanos.
Apesar de não ser necessário, podem hibernar durante 6 semanas nos períodos mais frios.
Os ouriços cacheiros são animais fáceis de tratar e são bons animais de estimação 

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 Características Fisiológicas- Peso do macho: 500-700g
- Peso da fêmea: 250-400g
- Esperança de vida: 3-5 anos
- Tº rectal: 36,1-37,2 ºC
- Maturidade sexual: 61 a 68 dias
- Gestação: 34-37 dias

Alojamento Os ouriços cacheiros necessitam duma gaiola com espaço suficiente para brincar, descansar, comer e explorar o ambiente. Quanto maior for a gaiola melhor e o exacto tamanho depende da dimensão do ouriço cacheiro (0,2x0,9 m no minimo). Como eles gostam de subir, a gaiola, deve ter alguns andares.
4 Todo o material que constitua a gaiola e os acessórios deve ser resistente, não tóxico,  fácil de limpar e à prova de escape.
Como substrato para o fundo da gaiola aconselha-se o uso de jornais ou camas apropriadas (evitar o uso de areia de gato, aparas de madeira, toalhas) e deve evitar-se o uso de grades metálicas como chão (traumatismos para os membros). A gaiola deve ser limpa regularmente.
Deve haver um esconderijo: caixa de cartão, madeira ou plástico. Gostam de ambientes calmos e podem reagir a barulhos e luzes fortes.
Podem dar passeios fora da gaiola mas sempre supervisionados para evitar ingestão de corpos estranhos, acidentes ou fuga.
Pode arranjar uma taça de água pouco profunda para beberem.
Deve-se manter um ciclo diário de 10 a 14 horas de luz.. A temperatura ambiente deve ser entre 24ºC-30ºC. Se necessário usar tapetes de aquecimento ou lâmpadas de aquecimento.
Alguns ouriços cacheiros habituam-se a usar uma caixa para as fezes.
   
Alimentação
Os ouriços cacheiros são monogástricos e insectívoros podendo adaptar-se a uma dieta omnivora. A alimentação natural consiste numa variedade de insectos, vegetais e ocasionalmente pequenos vertebrados. 5
Em cativeiro podem alimentar-se de:
- dieta para ouriço cacheiro
- dieta de cão ou gato low-fat ou light  (1 a 2 colheres chá)
- pequenas quantidades de insectos: minhocas, crickets,...
- pequena quantidade de frutos e vegetais (feijão, cenoura cozida, tomates, verduras escuras, maça, pêra, banana,...)
Convém variar para evitar desequilíbrios na relação cálcio-fósforo.
Deve-se alimentar apenas 1 vez ao dia, à noite, com execepção de fêmeas em reprodução ou jovens em crescimento
Os ouriços cacheiros em cativeiro tem tendência a ficar obesos e por isso deve-se estimular o exercício.

Animais estranho

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10 – Leafy Seadragon
Leafy Seadragon
Um dragão folha, pronto pra se esconder no meio de algas.
9 – Hagfish
Hagfish
8 – Star-nosed Mole
Star-nosed Mole
7 – Shoebill
Weird Animals - Shoebill
6 – Proboscis Monkey
Weird Animals - Proboscis Monkey
5 – Axolotl
Weird Animals - Axolotl
4 – Aye-Aye
Weird Animals - Aye-Aye
3 – Tarsier
Weird Animals - Tarsier
2 – Dumbo Octopus
Weird Animals - Dumbo Octopus
1 – Blobfish
Weird Animals - Blobfish

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