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Qual felino tem a mordida mais poderosa?

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O tigre é a maior espécie de felino e o leão é o rei das selvas. Mas se a disputa for na mordida, o campeão é um animal bem brasileiro: a onça-pintada tem a mandíbula mais potente entre os felinos.
Segundo a ONG Pró-Carnívoros, a onça-pintada (Panthera onca) é também o maior felino do continente americano. A mordida é tão poderosa que nem a couraça dos jacarés aguenta, e o réptil vira presa do felino. A dieta é muito variada, e suas presas vão de rãs a veados, passando por preguiças, capivaras e tatus.

Ato em Campinas pede punição severa para quem agride animais

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A União Protetora dos Animais (UPA) de Campinas (SP) organiza um “pedágio” de coleta de assinaturas para o movimento nacional Crueldade Nunca Mais  que busca penas mais severas para as pessoas que cometem atos de crueldade contra os animais. Cerca de 50 brasileiras confirmaram a presença nos “pedágios” que ocorrem no sábado (5). Em Campinas, a manifestação será  das 12 às 17h, no Centro de Convivência Cultural (CCC), no Cambuí.
A iniciativa antecipa uma mudança no Código Penal: entre os dias 7 e 11 de maio, uma comissão de juristas finalizará o texto do anteprojeto do novo código referente à Lei dos Crimes Ambientais, 9605/98. O artigo 32, que trata da criminalização dos atos de crueldade contra os animais, integrará um capítulo do novo Código, mas a possibilidade de que os maus-tratos passem de crimes para infrações administrativas (punidas exclusivamente com multas) preocupa os ativistas.
Além de impedir a descriminalização, o movimento pede penas mais severas para os infratores, medida que acreditam inibir os atos de crueldade, e está trabalhando com o apoio de dois promotores de Justiça para finalizar um texto para substituir a lei atual.
O projeto de lei, assim como as 76.859 assinaturas de uma pertição online “Pelo Avanço da Proteção Penal ao Meio Ambiente e aos Animais”, será enviado diretamente à comissão. A ideia é dar uma voz para aqueles que não podem falar, segundo a organização do evento que promete também acompanhar de perto o trâmite do processo entre o Senado e a Câmara dos Deputados.
O evento é organizado por uma página do facebook e, até o momento de publicação desta matéria, já contava com 173 participantes inscritos. Os organizadores incentivam os participantes a comparecerem no dia do “pedágio” com camisetas e faixas de protesto.

Crueldade Nunca mais
O “pedágio” será a segunda ação realizada pelo movimento em Campinas. A primeira, uma manifestação em prol dos animais, foi realizada no fim de janeiro deste ano e ocorreu simultaneamente em aproximadamente 200 cidades brasileiras e também no exterior.
O caso do cão Lobo, morto depois de ter sido arrastado por um carro guiado pelo dono nas ruas de Piracicaba (SP), foi lembrado durante o protesto. O crime tornou-se conhecido nacionalmente e deu nome a uma petição pública entregue em Brasília, em 29 de novembro de 2011, que contou com o apoio de mais de 62 mil internautas.



Pena
De acordo com a atual lei 9.605/98, que trata de crimes ambientes, os maus-tratos contra animais domésticos, nativos ou exóticos são punidos com pena de detenção que varia de três meses a um ano, além de multa.
A delegacia de proteção aos animais de Campinas registra entre 60 e 70 casos por mês de maus-tratos contra os animais.

Atriz Ashley Judd ajuda cachorro jogado de carro em movimento

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Voluntários da área de resgate de animais e a atriz Ashley Judd, de Nashville, estão exigindo que a comunidade faça mais para parar o abuso animal e a negligência, depois de um pequeno cachorro ser jogado para fora de um carro em movimento. As informações são da WKRN-TV.
O cachorro estava usando uma coleira. Ele estava desnutrido, e talvez não se recupere completamente do acidente.
“Nós não podemos deixar as pessoas continuarem a fazer isso”, disse Shawn Aswad. “Se elas são cruéis com animais, também são cruéis com pessoas.”
Shawn fundou o Centro de Resgate Animal Snooty Giggles. A organização resgata animais no Tennessee e estados próximos. Snooty Gigles resgata entre 300 e 3500 animais por ano.
Um pedestre viu o animal sendo atirado de uma caminhonete verde.
As pessoas que o resgataram batizaram o cãozinho de “Walter”, uma homenagem ao vereador Walter Hunt, que ajudou no resgate, e decidiu levá-lo para a organização, em vez do centro de zoonoses, onde provavelmente seria sacrificado.

 A atriz e ativista Ashley Judd está ajudando a pagar o tratamento de Walter.
“É intolerável”, disse a atriz. “Esse tipo de atitude vai contra o conceito de humanidade individual e coletiva, pois não somente Walter, mas muitos outros animais são tratados da mesma maneira.”
“Ele estava morrendo de fome há meses, e não há desculpas para as pessoas que o trataram desse jeito, ou qualquer vizinho ou testemunha que não interviu antes.”
Desde sexta feira passada, quando Walter foi resgatado, mais dois cachorros foram jogados no mesmo local. Um dos cachorros, chamada Ilene, está em estado crítico.
Ela foi resgatada por outra organização.
O outro cachorro está sob os cuidados da organização Robyn’s Nest. Ele é um pit bull preto batizado de Pinot. Ele está em bom estado de saúde, mas apresenta sinais de possível abuso.
“Animais são seres vulneráveis, e as pessoas que não se dão conta disso são incrivelmente irresponsáveis. Eles dependem de nós para comer, tomar água e zelar pelo seu bem estar.”
As autoridades estão pedindo às pessoas que denunciem os tutores de Walter e dos outros cães, caso possuam informações.

Homem ajuda animais abandonados em zona nuclear no Japão

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Com certeza esta é uma história emocionante – um homem de 52 anos, que vive nas sombras da usina nuclear de Fukushima no Japão, está lutando – quase sozinho – para ajudar os animais deixados para trás, após o terremoto, tsunami, e subsequente desastre nuclear.
A CNN mostrou em janeiro que Naoto Matsumura, um residente de longa data, recusou-se a obedecer a ordem de evacuação obrigatória desde o acidente nuclear.
O governo evacuou 78 mil residentes em torno da usina nuclear, sem um plano para também evacuar os animais, e animais das fazendas.

Quando Matsumara começou a alimentar os animais, cães e gatos desesperados da vizinhança começaram a aparecer. Ele começou a alimentá-los, e decidiu que não podia deixá-lo para trás, abandonados à própria sorte. Quando Matsumura não tinha mais comida, ele escapou da zona de exclusão, comprou mais ração, e voltou escondido para a cidade.
A CNN também descreveu uma das cenas mais tristes que Matsumura presenciou. Aconteceu na fazenda de um vizinho. “Eu achei uma vaca, e seu bezerro vivos. A vaca estava tão magra, que era só pele e osso. O bezerro estava chorando, tentando se aproximar da mãe, para mamar. A mãe afastava o bezerro, talvez por medo de morrer, caso alimentasse o bezerro. O filhote continuava tentando se aproximar da mãe, sem sucesso. O bezerro, confuso e faminto, caiu para o lado, e se arrastou para um canto chorando. O bezerro estava mamando palhas, como se fossem sua mãe. Eu voltei no dia seguinte, e ambos estavam mortos.”

Essa experiência o deixou furioso, e então ele começou a dar entrevistas à imprensa estrangeira.
Matsumura disse que seu corpo está “completamente contaminado pela radiação.” Mas ele disse que pretende morrer em sua cidade natal.
Uma página foi criada para ajudar com doações. Para mais informações, por favor acesse aqui.
Também foi criada uma página no facebook, para chamar atenção sobre o trabalho de Matsumura.

Cães e Gatos usados como isca de tubarão

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Cães e gatos, vivos e mortos, estão sendo usados como isca para tubarões por pescadores amadores na ilha sob administração francesa de Réunion, revelaram organizações de defesa dos direitos dos animais e autoridades locais.
A pequena ilha vulcânica localizada ao largo da costa oriental de África está repleta de cães vadios, mais de 150000, diz Reha Hutin, presidente da organização com sede em Paris Fondation 30 Millions d'Amis.
Hutin enviou uma equipe de filmagens a Réunion no Verão passado, para obter provas documentais de que os animais vivos estavam sendo usados como isca para tubarões, com o objetivo de expor esta bárbara prática no programa de defesa dos direitos dos animais da organização na televisão.
Um veterinário conseguiu tratar com sucesso um dos cães, o cão de seis meses de idade com um anzol no focinho que se vê na foto acima, na SPA (Société Protectrice des Animaux) da capital de Réunion, St.-Denis.
Ao contrário da maioria dos animais usados nesta prática, o cão era o animal de estimação de alguém, revela Saliha Hadj-Djilani, repórter do programa televisivo da organização. O cão tinha, aparentemente, escapado aos seus captores e foi levado à SPA por um cidadão preocupado. Totalmente recuperado, o animal já está de regresso a casa e à companhia dos donos.
Os outros dois casos descobertos pela organização francesa eram de animais vadios, que vivem agora em França com novos donos. A Fundação planeja financiar um programa de esterilização dos animais vadios da ilha para reduzir o excesso destes animais, mas não será uma tarefa fácil. Hutin refere que muitos dos locais consideram os animais vadios como pestes, "a vida de um cão vadio não tem valor nenhum lá".
O caso de Clain não é único, diz Fabienne Jouve da GRAAL (Groupement de Réflexion et d'Action pour l'Animal), uma organização de defesa dos direitos dos animais com base em Charenton-le-Pont, França. "Ultimamente, quase todas as semanas, temos encontrado cães com anzóis na ilha, para não falar de gatos encontrados nas praias e parcialmente devorados por tubarões."
Tão logo os pescadores capturam os animais, colocam-lhes imediatamente anzóis, "ou pelo menos no dia anterior, para que sangrem o suficiente". Alguns escapam antes de serem atirados ao mar, outros não têm essa sorte.
Após os anzóis serem colocados nas patas e/ou focinhos, os animais são atados a tubos infláveis com linha de pesca e largados no mar, relata o Clicanoo. Para evitar a detecção, os pescadores colocam o isco no meio da noite e regressam de manhã para verificar se capturaram algum tubarão.

Cães devoram uns aos outros para sobreviver à falta de comida

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A Agência de Proteção Ambiental está sendo chamada para ajudar oficiais do Controle de Animais a revirar entre os escombros de uma residência na cidade de Savannah, no estado da Georgia, nos Estados Unidos. Eles estão examinando tudo para possivelmente encontrar mais restos mortais de animais.
“Havia dez que nós podemos identificar”, disse o oficial do Controle Animal, Christina Sutherin, “porém, havia outras partes animais, e partes de cadáveres, que talvez não possamos identificar através de dez corpos que encontramos intactos.”

Christina acredita que era cada cão por si, comendo pedaços de outros para sobreviver.
“Infelizmente, os cães tiveram que apelar ao canibalismo para sobreviver, uma vez que foram abandonados na propriedade.”
Os oficiais estimam que os cães foram abandonados por um período de duas a três semanas, sem comida, água, ou energia elétrica, segundo informou o site Wtoc.
Nove cães sobreviveram.
“Eles estavam morrendo de fome e visivelmente desidratados”, disse Sutherin. “Quando os removemos da casa, eles tentavam comer pedras, papel e o lixo do lado de fora, já que isso fez parte da sua dieta por muito tempo.”
Os cães estão assustados, mas são muito carinhosos. Eles estão sendo cuidados em um abrigo.
O tutor dos cachorros, Kirby Campbell, de 50 anos, está atrás das grades. Oficiais informaram que Kirby admitiu que sabia que os cachorros foram deixados para trás.
“Quando conseguimos contato com o tutor, eles nos falou que sabia que os cães estavam na casa,” disse Christina. “Ele sabia que não havia eletricidade na casa, e nos deu autorização para entrar.”
O tutor não explicou para os oficiais por que abandonou os cães na casa.
Kirby está enfrentando várias acusações, incluindo 10 acusações de crueldade extrema, 9 acusações de crueldade a animais, e 19 acusações de abandono. Ele também enfrenta uma acusação por más condições higiênicas, uma acusação por ter muitos animais, e 19 acusações por não vacinar os cães.
A boa notícia é que os nove cachorros estão saudáveis, e serão adotados em duas semanas.

Ativistas resgatam beagles que seriam explorados por vivisseccionistas

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Ativistas realizaram neste sábado (28) uma ação que resultou no resgate de dezenas de beagles que seriam vítimas da experimentação animal. Com cartazes que continham dizeres de protesto contra a vivissecção, os manifestantes partiram de uma praça na região de Montichiari, na Itália, rumo ao criadouro de cães Green Hill. Esta organização lucra, todos os anos, com a criação de 2.500 cães da raça beagle que são vendidos para serem explorados em cruéis experimentos. As informações são do Igualdad Animal.
Nem a polícia nem os Carabioneiros (uma das forças armadas e de segurança da Itália) puderam impedir a ação do grupo. Após vencerem um cordão policial, os protestantes pularam o muro do local para chegar às jaulas onde estavam os dóceis animais.
A alegria e a satisfação dos ativistas se mostrou no momento em que o primeiro cão resgatado lhes foi mostrado: eles aplaudiam e gritavam. Após esse, dezenas de beagles foram surgindo nos braços de seus salvadores. E, enquanto uns resgatavam os animais, outros ajudavam a passá-los por cima do muro.

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