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- A Píton é a cobra mais popular por aí, e essa é a mais rara e cara delas. Foi vista pela primeira vez em 2003 e chamou atenção por suas marcas serem cor de lavanda, e não brancas como uma cobra albina deveria ser.

- Ela não é para iniciantes: chegam a até 6m, precisam de muito espaço e necessitam ser alimentadas regularmente, senão podem se tornar…. imprevisíveis.

- Em cativeiro, essa cobra pode chegar a viver a até 30 anos. Isso é mais que o dobro da espectativa de vida de um flanelinha, por exemplo.
- Essa garotinha tem os olhos com a cor vermelho-rubí muito diferenciada e impossível de se confundir.

Jabari Dog

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- Um cachorrinho híbrido com apenas um parente conhecido por enquanto: o White Terrier. Criado em 2009, tomou o título de mais caro do mundo de outro cão que você verá dentro do post.
- Esse cachorro pode chegar a ter de 5.5kg a 7,5kg, o peso de um cachorro de pequeno porte como um Fox Paulistinha, por exemplo.

- Ele tem a coloração branca ou caramelo, apesar de que pode haver variações para mais escuro em alguns dos casos.
- O Jabari, como o Ashera cat, é também um animal hipoalergênico e feito para donos que tem alergia a cães.

gato mais caro do mundo

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Este felino único, custa de US$22.000,00 o a US$38.000,00.
O Ashera  é o resultado do cruzamento do Serval, do Leopardo Asiático e do Gato Doméstico, criado pela empresa Lifestyle Pets.  Podendo medir até 1,20m e pesar cerca de 14Kg, requer os cuidados referentes à criação de um gato comum. Ele pode ser alimentado com ração comum (ração Premium recomendada) e faz suas necessidades em uma caixa de areia.
O gato é exótico, doméstico e muito fácil de cuidar e extremamente amigável,  De acordo com a empresa criado do Ashera, o felino não é tão arredio e é bem mais vocal que os gatos comuns, consegue abrir portas e pode andar em uma coleira.
A fila de espera para adquirir o gatinho dura entre 09 e 12 meses, a não ser que você queira desembolsar mais US$6.000,00 para conseguir um dos filhotes reservados para os mais ansiosos.
Caso você seja alérgico a gatos e mesmo assim queira ter um por perto é só desembolsar   US$28.000,00 (podendo chegar a US$37.000,00)  encomendando uma versão hipoalergênica.
A empresa entrega o felino vacinado, castrado (obrigatório), com microchip localizador, um ano de plano de saúde grátis e 10 anos de consulta com um especialista em comportamento animal, entre outras garantias e extras.

Expedição nas Filipinas revela 300 espécies desconhecidas

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Em uma expedição de 42 dias, pesquisadores da Academia de Ciências da Califórnia descobriram mais de 300 espécies novas de seres vivos. Na mais longa campanha exploratória da entidade foram descobertos lesmas do mar, tubarões e novos corais. Os cientistas ficaram apenas na maior ilha filipina, Luzon – o país conta com mais de 7 mil ilhas.

O objetivo do projeto é descobrir, catalogar e divulgar o novos seres vivos já muito ameaçados pela ação humana e mudanças climáticas na região. Confira alguns dos animais encontrados nas proximidades da ilha.

Turarão inflável
Esse tubarão tem uma dieta saudável composta quase que exclusivamente de camarões. Mas o refinamento de seu cardápio não é sua única característica curiosa, ele infla seu estômago com água para ganhar tamanho e espantar predadores.

Ao contrário do que parece, o ser nessa imagem não é um brócolis gigante e cor de rosa, mas um animal de meio metro de altura que habita o fundo do mar. O coral rosa ainda não foi identificado, e fa parte, provavelmente, de uma espécie nova e rara.


Brócolis” do mar
Molusco tóxico
Essa lesma do mar é uma nova espécie de Phyllidia nudibranch. O molusco de corpo mole não precisa de um concha dura para se proteger de predadores, como seus parentes próximos. Ele libera toxinas que deixam as amaeças longe.
Outra lesma
Mais uma lesma do mar descoberta sob as águas filipinas. Essa é uma espécie muito colorida de Nembrotha nudibranch.
Verme colorido
O verme multicolorido acima é encontrado entre os corais filipinos e pode ser uma nova espécie.
aqui estao algus exenplos desses animais

ONG consegue fotografar 5 espécies raras de felinos

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O grupo WWF conseguiu fotografar cinco espécies raras de felino durante expedição em florestas à Ilha de Sumatra, na Indonésia, que perde espaço para o desmatamento. A pesquisa, que ocorreu em uma área chamada Bukit Tigapuluh conseguiu fotografar um tigre da Sumatra, um leopardo-nebuloso, um gato-marmorado, um gato-dourado e um leopardo.

 Tigre da Sumatra

 Quatro das espécies estão protegidas pelo governo e estão na lista de animais ameaçados de extinção da União Internacional de Conservação da Natureza. Todos os animais foram vistos em um corredor de floresta não protegido e seriamente ameaçado por plantações.

 Leopardo-nevado
 A pesquisa da WWF pelo corredor levou três meses e conseguiu mais de 404 imagens de gatos selvagens. Segundo representantes da ONG, pela alta concentração de felinos ameaçados, as licenças para exploração das áreas próximas deveriam ser revistas pelo governo do arquipélago.

  Gato-marmorado

Qual felino tem a mordida mais poderosa?

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O tigre é a maior espécie de felino e o leão é o rei das selvas. Mas se a disputa for na mordida, o campeão é um animal bem brasileiro: a onça-pintada tem a mandíbula mais potente entre os felinos.
Segundo a ONG Pró-Carnívoros, a onça-pintada (Panthera onca) é também o maior felino do continente americano. A mordida é tão poderosa que nem a couraça dos jacarés aguenta, e o réptil vira presa do felino. A dieta é muito variada, e suas presas vão de rãs a veados, passando por preguiças, capivaras e tatus.

Ato em Campinas pede punição severa para quem agride animais

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A União Protetora dos Animais (UPA) de Campinas (SP) organiza um “pedágio” de coleta de assinaturas para o movimento nacional Crueldade Nunca Mais  que busca penas mais severas para as pessoas que cometem atos de crueldade contra os animais. Cerca de 50 brasileiras confirmaram a presença nos “pedágios” que ocorrem no sábado (5). Em Campinas, a manifestação será  das 12 às 17h, no Centro de Convivência Cultural (CCC), no Cambuí.
A iniciativa antecipa uma mudança no Código Penal: entre os dias 7 e 11 de maio, uma comissão de juristas finalizará o texto do anteprojeto do novo código referente à Lei dos Crimes Ambientais, 9605/98. O artigo 32, que trata da criminalização dos atos de crueldade contra os animais, integrará um capítulo do novo Código, mas a possibilidade de que os maus-tratos passem de crimes para infrações administrativas (punidas exclusivamente com multas) preocupa os ativistas.
Além de impedir a descriminalização, o movimento pede penas mais severas para os infratores, medida que acreditam inibir os atos de crueldade, e está trabalhando com o apoio de dois promotores de Justiça para finalizar um texto para substituir a lei atual.
O projeto de lei, assim como as 76.859 assinaturas de uma pertição online “Pelo Avanço da Proteção Penal ao Meio Ambiente e aos Animais”, será enviado diretamente à comissão. A ideia é dar uma voz para aqueles que não podem falar, segundo a organização do evento que promete também acompanhar de perto o trâmite do processo entre o Senado e a Câmara dos Deputados.
O evento é organizado por uma página do facebook e, até o momento de publicação desta matéria, já contava com 173 participantes inscritos. Os organizadores incentivam os participantes a comparecerem no dia do “pedágio” com camisetas e faixas de protesto.

Crueldade Nunca mais
O “pedágio” será a segunda ação realizada pelo movimento em Campinas. A primeira, uma manifestação em prol dos animais, foi realizada no fim de janeiro deste ano e ocorreu simultaneamente em aproximadamente 200 cidades brasileiras e também no exterior.
O caso do cão Lobo, morto depois de ter sido arrastado por um carro guiado pelo dono nas ruas de Piracicaba (SP), foi lembrado durante o protesto. O crime tornou-se conhecido nacionalmente e deu nome a uma petição pública entregue em Brasília, em 29 de novembro de 2011, que contou com o apoio de mais de 62 mil internautas.



Pena
De acordo com a atual lei 9.605/98, que trata de crimes ambientes, os maus-tratos contra animais domésticos, nativos ou exóticos são punidos com pena de detenção que varia de três meses a um ano, além de multa.
A delegacia de proteção aos animais de Campinas registra entre 60 e 70 casos por mês de maus-tratos contra os animais.

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