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Top 10 animais extintos

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  1. Golfinho do Rio Chinês (Lipotes vexillifer)
    Uma das espécies extintas mais recentemente. Bastante parecido com o boto da amazônia, esta variedade de golfinhos emigrou desde o Oceano Pacifico para o rio Yangtzé há uns 20 milhões de anos. Calcula-se que na época da dinastia "Han Erya" tinha umas cinco mil espécimes no rio.

    Em 1979 a China declarou-o em perigo de extinção, e em 1983 decretou-se que sua caça era ilegal. Em 1986 a população total estimada era de 300 indivíduos, e em 1990, 200. Seu número seguiu decrescendo rapidamente, sobretudo com a construção da Represa das Três Gargantas, que alterou de maneira irrecuperável o hábitat do golfinho. Em 1998 só conseguiram encontrar 7 exemplares, e os cientistas especularam em levá-los para um lago próximo para depois trazê-los de volta ao rio quando suas chances de sobrevivência fossem maiores. Mas uma expedição que percorreu o rio de extremo a extremo em 2006 não conseguiu ncontrar nem um destes golfinhos, pelo qual já é considerado oficialmente extinto.

    A Fundação de Conservação de Wuhan "Delfín Baiji", fundada em dezembro de 1996 gastou ao redor de 100 mil dólares para a preservação de células in vitro, pelo qual talvez algum dia possamos vêlo novamente.
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  2. Tigre da Tasmânia (Thylacinus cynocephalus)
    Este mamífero, também conhecido como lobo da Tasmânia, talacino, lobo marsupial ou Tigre da Tasmânia era um carnívoro marsupial nativo da Austrália. O último exemplar capturado vivo foi vendido ao Hobart Zôo da Tasmânia em 1933 e morreu em 1936. Recém então o Governo da Tasmânia havia declarado o "espécie protegida", mas já era muito tarde.

    O tilacino era muito parecido com os canídeos de outros continentes, apesar de não ser aparentado com nenhum deles. Era um carnívoro adaptado à captura de presas de tamanho pequeno ou médio. Tinha um corpo estilizado, patas finas e rabo igualmente delgado. Sua pelagem era curta com riscas negras ou marrons na parte traseira, daí o nome de tigre. As mandíbulas podiam abrir-se até extremos assombrosos, quase como as de um réptil, e era dotado de 46 dentes.

    Antes da chegada dos colonos ingleses e dos dingos, o tilacino não tinha concorrência, mas não pôde fazer frente ao novo competidor. Os ataques aos rebanhos de ovelhas fez com que os pastores e o próprio governo colonial os considerasse pragas necessárias de extermínio. E conseguiram antes da primeira metade do século XX.
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  3. Quagga (Equus quagga quagga)
    Esta espécie de zebra extinguiu-se completamente na África do Sul aproximadamente em 1870. Tinha uma pelagem parda (sem riscas) no lombo nos traseiros, e de riscas negras na cara, pescoço, costados e crinas, como têm as demais zebras. O ventre e as patas eram inteiramente brancos. Semelhante pelagem fez com que em 1788 fosse classificada como uma raça a parte.

    Os quaggas viviam em manadas no sudeste da África do Sul. Seu nome procede da língua dos Khoi e é basicamente uma adaptação do ruído característico emitido pelo animal.

    Os quaggas foram caçados pelos primeiros colonos holandeses, para aproveitar sua carne e pele. Em meados do século XIX foram mortos milhares de exemplares como parte de um plano de extermínio de animais selvagens. Esta política tinha como objetivo aproveitar as terras onde pastavam os quaggas para alimentar gado doméstico. A população destes animais decresceu rapidamente, e em 12 de agosto de 1883 morreu o último quagga que vivia em cativeiro no zôo de Amsterdã.

    Seu DNA, estudado no Smithsonian provou que o quagga era uma subespécie da zebra de planície, que se definiu como raça entre 120 e 290 mil anos atrás. Hoje só resta uma fotografia deste animal, tirada em 1870 no zôo de Londres.
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  4. Urso do Atlas (Ursus arctos crowtheri)
    O urso do Atlas era uma subespécie de urso pardo. Habitava na cordilheira do Atlas, desde a Tunísia até o Marrocos. Trata-se do único urso que habitou a África em épocas recentes, onde chegou do Oriente no Pleistoceno.

    Tinha um tamanho muito menor que outros ursos pardos. Sua pelagem era escura, praticamente negra, no dorso e cinza nas patas e nas costas. Alguns textos romanos mencionam como "abundantes" na cordilheira do Atlas, uma região que nessa época estava coberta por bosques de pinheiros. Inclusive pode ser visto representado em mosaicos romanos dessa época, e possivelmente tenha sido usado nos espetáculos do circo romano.

    A caça e a destruição de seu hábitat natural praticamente já tinham exterminado com a espécie quando foi estudado cientificamente pela primeira vez. Em 1830, o rei de Marrocos tinha um exemplar em cativeiro, e o último relatório de um avistagem de um destes ursos foi em 1867, próximo a Edough, na fronteira entre o Marrocos e Argélia. Não viveram para serem fotografados.
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  5. Leão do Cabo (Panthera leo melanochaitus)
    Este leão de 250 quilos de peso era o maior daqueles em território sul-africano. Vivia na zona das planícies herbáceas do Karoo, ao sudoeste da África do Sul. Com freqüência culpam os colonizadores holandeses (os "bóers") por sua extinção , mas sabe-se que os verdadeiros responsáveis por seu extermínio foram os ingleses. No início do século XIX começaram a caçá-lo indiscriminadamente, em parte por esporte e em parte como represália a seus ataques ao gado. Após muitos esforços e bala, conseguiram exterminá-lo em meados da década de 1860.

    Os machos maiores pesavam até 250 quilos e as fêmeas, 180 quilos de peso. Os machos tinham uma densa melena negra que se prolongava parcialmente pelo ventre. Estes leões não eram muito abundantes pelo que não formavam grandes grupos, senão que levavam uma vida solitária como predadores oportunistas. Quando conheceram os animais domésticos, presas fáceis, chegaram ao extremo de escalar as paliçadas dos assentamentos europeus. O Castelo de Boa Esperança foi construído precisamente para evitar seus ataques.

    O último leão do Cabo morreu em mãos de um tal general Bisset, numa caça promovida no natal de 1865. Hoje só podem ser vistos empalhados em museus.
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  6. Codorna da Nova Zelândia (Coturnix novaezelandiae)
    Conhecida como Koreke em língua maorí, era uma ave que deveria figurar no livro dos recordes. Foram precisos apenas 40 anso para exterminá-la. O primeiro espécime foi capturado em 1827, e os últimos exemplares foram caçados entre 1867 e 1868. Fisicamente, macho e fêmea eram similares em aspecto, ainda que o tamanho da fêmea era menor. O primeiro cientista em descrevê-la foi Joseph Banks, que visitou as ilhas na primeira viagem de Cook.

    Acredita-se que abundava em 1865. A extinção foi fruto da introdução de animais forasteiros por britânicos: ratos, porcos, etc. Por suposto, os colonos também colaboraram bastante com a caça devido a sua saborosa carne.
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  7. Alca gigante (Pinguinus impennis)
    Foi a espécie maior das alcas, até que foi extinto em 1844. Conhecido como "alca imperial", "grande pingüim" ou simplesmente "pingüim".

    Foi muito abundante na época romana ao longo da costa do Oceano Atlântico, desde a Flórida até a Groenlândia, incluindo Islândia, Escandinávia, as Ilhas Britânicas, Europa Ocidental e Marrocos. Também podia ser encontrado em todo o Mar Báltico e ao oeste do Mar Mediterrâneo.

    Os exemplares adultos mediam ao redor de um metro de altura, e sua plumagem era negra nas costas, pescoço e cabeça. Ao lado destacavam duas manchas brancas, o que lhe conferiu o nome o nome: pen gwyn que significa precisamente "cabeça branca" em gaélico. As patas eram escuras e palmeadas. Seu bico, que utilizava para caçar debaixo d'água, era muito robusto. O traço mais distintivo destas aves era sua incapacidade para voar e sua adaptação ao mergulho.

    Justamente sua incapacidade de voar, e o saboroso de seus ovos significou seu fim: vítimas da caça indiscriminada, no final do século XVI o alca gigante já tinha desaparecido da Europa continental e na América do Norte só abundava ao norte de Nova York. Em 1758 era um animal sumamente raro e em 1800 só podia se visto na Islândia.

    Quando dois barcos atracaram na Islândia em 1808 e 1813, na época do ano em que punham seus ovos, foi selada a sua sorte. O último casal vivo destes animais foi visto em 2 de junho de 1844.
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  8. Tigre persa (Panthera tigris virgata)
    O tigre persa era também conhecido como "tigre do Cáspio"”. Habitava a região compreendida pela península de Anatólia, o Cáucaso, o Kurdistão, norte do Iraque e Irã, Afeganistão e grande parte da Ásia Central (até a Mongólia). Esta subespécie de tigre era uma das maiores, só era menor que o tigre siberiano e o de bengala.

    Sua pelagem era amarela ou dourada, com zonas brancas nas costas e cara. As riscas tinham uma cor marrom e no inverno a pelafgem da cabeça crescia para ajudar a suportar o frio das montanhas asiáticas. Isto lhe proporcionava uma característica de "barba” na zona das bochechas.

    Os machos pesavam entre 169 e 240 kg, com 2.65 a 2.95 metros de tamanho. Nas fortes patas estavam as garras excepcionalmente longas, maiores que as de qualquer outro tigre.

    Com o progressivo aumento da população humana, o tigre reduziu sua área de ocupação. Quando os czares da Rússia ocuparam as terras fronteiriças da Ásia Central e do Cáucaso, ordenaram ao exército para exterminá-lo. A desflorestação produzida pelos colonos encarregou-se dos poucos que sobreviveram ao extermínio. O último avistamento foi no Tadjikistão em 1961.
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  9. Coqui dourado (Eleutherodactylus jasperi)
    O coquí é uma diminuta rã que habitava em Porto Rico. Recebeu este nome pelo chamado de duas notas que fazem os machos, que soa justamente como "co" - "quí". A fêmea do coquí punha entre vinte e cinco e quarenta ovos a cada vez, em folhas de bromélias e seus filhotes nasciam completamente formados, como adultos em miniatura. Esta forma de reprodução permitia-lhes a independência das fontes água que precisam espécies parecidas para que se desenvolvam.

    O coquí dourado possuía uma característica cor amarela dourado e um pequeno tamanho de só 2 cm. Habitava principalmente na região da Serra de Cayey. Alguns naturalistas resistem-se a declarar extinta a esta espécie, mas também não se produziram avistamientos de exemplares nos últimos anos.
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  10. Pika sarda (Prolagus sardus)
    Este estranho animal, um tipo de lebre gigante, extinguiu-se aproximadamente em 1800. Foi uma espécie nativa da ilha de Cerdenha e foi descrita por alguns autores como um "coelho gigante sem rabo". A esquisitice de sua carne custou a vida a todos os exemplares da ilha, e só sobreviveram no continente as "pika sarda" e "pika corsa”, duas subespécies.

    Foram reportadas ocasionais avistamentos de pikas selvagens no interior da ilha de Cerdenha, mas nenhum pôde ser verificado. A última menção que pode se encontrar digna de ser fiel à verdade é a realizada por Cetti em 1774, que descreve as como "ratos gigantes" muito abundantes na ilha de Tavolara, vizinha à ilha de Cerdenha.
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Concretamente, estão ameaçadas 12% das espécies de aves, 23% de mamíferos, 52% de insetos, 32% de anfíbios, 51% de répteis, 25% de tubarões e 20% de raias.

A escolha dos animais deste top 10 não obedeceu a nenhum padrão cronológico senão o de representatitividade, curiosidade e a forma insólita da extinção do animal.

Devemos, sim, fazer a nossa lição de casa e cuidar dos bichos da melhor forma que pudermos, mas porém sem dar satisfações a maioria destas organizações internacionais.

Vale a pena ressaltar que a maioria destas ONG's de defesa dos animais hoje estão no velho continente, aquele mesmo que foi matar o único urso da África, caçar por esporte o maior Leão da África do Sul, a levar os dingos (lobos) para ajudar a extinguir o lobo ba Tasmânia na Austrália e também a sair pelos mares "catando" ovos de pingüins. A única conclusão a que posso chegar é a que estes ingleses não são boa gente não.

Baterista Tommy Lee faz campanha a favor da adoção de animais

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Tommy e Bowie
Antes de começar a turnê com a sua banda Motley Crue em conjunto com a banda Kiss, o baterista Tommy Lee está aproveitando seu tempo livre em casa com seu novo cachorrinho, Bowie. “Ele tem olhos verdes acinzentados. Eu amo David Bowie e estava indeciso entre os nomes Bowie ou Bam”, disse o baterista à revista Rolling Stone. “Nós acabamos escolhendo Bowie por causa dos olhos. Ele tem cara de Bowie.”
Quando Tommy e sua namorada Sofia decidiram que era hora de trazer um amigo de quarto patas para dentro de casa, eles decidiram adotar. “Nós fomos em alguns abrigos e finalmente vimos Bowie em um, sentadinho junto com outros três cachorros. E pensamos “Meu Deus, nós temos que levá-lo para casa. Quem abandonaria esse toquinho? Ele é a coisa mais linda do planeta. Eu quero matar quem resolveu abandoná-lo,” disse Tommy.
Qualquer pessoa que salvou um animal compreende a raiva do baterista, por isso Tommy está ajudando a promover adoções de animais. “(O abrigo) é assustador. É lotado de animais lindos, e eu encorajo as pessoas a não comprarem animais em lojas”, ele explica. “As fábricas de filhotes existem principalmente para fazer dinheiro e possuem péssimas condições. Nós acabamos indo em abrigos, e me sinto feliz de ter feito esta escolha”.
Tommy não é porta voz da causa ou de nenhuma organização, mas está feliz em divulgar sua experiência porque simplesmente ama cachorros. “Se você tem o mínimo de compaixão, não me custa dizer ‘Veja só esses animais maravilhosos sendo abusados ou abandonados’. Eles têm aproximadamente sete ou dias de vida antes de sofrerem eutanásia, e eu pensei ‘ Ninguém veio ver esse cachorro? Ele só tem dois dias de vida e está lá sentado esperando um dono. Se eu pudesse eu roubaria todos eles, mas eu não posso”, disse.
Tommy e Bowie passarão muito tempo juntos, já que Bowie irá junto com seu tutor na nova turnê.

Companhias aéreas deixam de transportar macacos para pesquisa nos EUA e Europa

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Foto: Eric Bajart/Wikicommons
Vivisseccionistas e alguns pesquisadores estão um tanto aborrecidos com a vitória conquistada graças à pressão de grupos de defesa dos animais, já que as companhias aéreas cederam a uma campanha global contra o transporte de macacos para pesquisa.
Empresas como a Air France, Lufthansa, a British Airways e a Virgin Atlantic, entre outras, deixaram de transportar os macacos que abastecem os cruéis experimentos e testes com animais feitos em laboratórios dos Estados Unidos e da Europa.
Segundo a revista Nature, a companhia China Southern Airlines foi uma das últimas a capitular às pressões da organização Peta e deixou de transportar 80 primatas para o aeroporto de Los Angeles.
O explorador de animais Michael Hsu diz que os ativistas estão “azedando” o seu negócio sujo – ele mantém confinada uma colônia de macacos em Xangai e depende dos voos para transportá-los para clientes norte-americanos.
Mas, felizmente, a ética vem ganhando esta causa e cada vez mais companhias áereas se recusam a transportar animais para pesquisa. Pois uma ciência evoluída não confina nem utiliza seres sencientes para servir de instrumentos para seus estudos – ao contrário disso, cientistas realmente antenados, competentes e éticos prezam pela vida, utilizando recursos tecnológicos e excelentes alternativas ao uso de animais em laboratórios.

Cães abandonados podem ser fuzilados em cidade da Albânia

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Cinquenta cães abandonados na pequena cidade de Perrenjas, a 100 km ao sul de Tirana, capital da Albânia, correm o risco de ser fuzilados por funcionários contratos pela Prefeitura. A decisão foi divulgada à população por meio de um aviso público informando que “a caça aos cães durará da meia-noite até as três da manhã do dia 25 de abril” e que os moradores deveriam manter seus animais fechados em casa. As informações são do jornal La Stampa.
A medida provocou duros protestos por parte das associações que cuidam dos direitos dos animais. “Será um ato bárbaro. É preciso parar com essa matança vergonhosa”, diz o apelo publicado pela Associação pela Tutela dos Direitos Animais (ARA).
Os caçadores receberão 200 lek, ou 1.450 euros, por cada cão morto, que depois será cremado. “Fuzilar um animal e depois queimar para eliminá-lo é uma prática terrível que não pode se identificar com nenhuma cultura ou civilização. São prática que compõem os momentos chocantes da história humana”, observa o comunicado.
Pezana Rexha, diretora da ARA, está empenhada a impedir a matança dos cachorros. A data para a caçada seria no dia 5, mas devido às pressões, foi adiada para o dia 25.

O boto

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O boto, também chamado peixe-boto[1], franciscano[2] e toninha[3], é um mamífero da ordem Cetacea, nativo da Amazônia e das costas do Atlântico, Pacífico, Índico, Mar Adriático, Mar Arábico, Mar Cáspio, Mar Vermelho e Golfo Pérsico e que é parecido com um golfinho. Os botos são dos poucos únicos mamíferos dessa ordem que possuem representantes vivendo exclusivamente em ambientes de água doce, sendo considerados, por alguns zoólogos, como as espécies atuais mais primitivas de golfinhos

Diz uma lenda amazônica que o boto pode se transformar e ir às festas da região na forma de um homem bonito e forte, vestido de branco, bronzeado e muito perfumado, que convida as moças para dançar e depois as seduz. Mas o boto nunca tira o chapéu para esconder seu segredo: um buraco na cabeça por onde ele respira. Ele também toma muito cuidado para ir embora das festas antes do amanhecer.
Por isso, toda donzela era alertada por suas mães para tomarem cuidado com flertes que recebiam de belos rapazes em bailes ou festas. Por detrás deles, poderia estar a figura do boto, um conquistador de corações, que pode engravidá-las e abandoná-las.
A lenda serve como pretexto para moças justificarem a gravidez sem casamento. "Foi o boto", dizem.
Há um filme no Brasil que fala sobre a lenda do boto: Ele, o boto.

WSPA promove a primeira conferência internacional sobre o gerenciamento de populações de cães

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A stray dog in Costa RicaSomando esforços com alguns dos principais grupos de defesa do bem-estar animal no mundo, a WSPA apoia e promove a Primeira Conferência Internacional sobre Gerenciamento da Populações de Cães, que acontecerá em setembro próximo, na cidade de York, na Inglaterra.

A vida dura dos cães de rua

Estima-se que nada menos do que 75% dos cães de nosso planeta vivem nas ruas. Sua vidas são incrivelmente difíceis. Não raro, eles sofrem de doenças não tratadas e são vítimas de terríveis ferimentos em sua luta diária pela sobrevivência. Mais de três quartos dos filhotes de cães nas nações em desenvolvimento agonizam até a morte, vitimados por doenças como a raiva e a cinomose.

Acrescente-se a este quadro estarrecedor o fato de que aproximadamente vinte milhões de cães são brutalmente assassinados todos os anos por meio de políticas de extermínio tão cruéis quanto desnecessárias. Muitas destas políticas são adotadas pelos governos de vários países como resposta a surtos locais de raiva animal.

A WSPA vem trabalhando para melhorar este quadro

Por meio da Campanha Coleiras Vermelhas, a WSPA vem atuando junto a estes países para que adotem programas de vacinação maciça, ao invés de lançarem mão de práticas de extermínio desumanas e desnecessárias como resposta à doença.  Fazendo lobby e levando adiante a sua campanha, a WSPA vem pressionando autoridades e pessoas influentes em todo o planeta para que possamos dar um fim a este tipo de atrocidade.

Com sua experiência de mais de 20 anos no gerenciamento de populações de cães, a WSPA está capacitada a prestar assistência e consultoria a governantes e a autoridades, visando à aplicação de programas de vacinação canina e de técnicas de gerenciamento humanitário destas populações.

Ainda há muito a se fazer

O principal objetivo da Conferência sobre Gerenciamento das Populações de Cães é congregar o setor público com ecologistas, economistas e especialistas em bem-estar, saúde e educação animal. Juntos, poderemos discutir soluções para os problemas mais prementes que vimos enfrentando na assistência a estas populações crescentes e vulneráveis de cães.

Mais de 100 mil vozes pelo fim a matança dos leões marinhos do Chile

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100 mil pessoas em todo o mundo vêm apoiando a campanha SOS Leões Marinhos do Chile, organizada pela WSPA e seu parceiro local, a Ecoceanos, visando a proteger milhares de leões marinhos no país.
As populações de leões marinhos do Chile estão sob sério risco de serem dizimadas após terem sido consideradas as principais responsáveis pela escassez de peixes em águas chilenas. No entanto, a raiz da atual crise do setor pesqueiro chileno está na pesca predatória praticada ao longo de várias décadas no país.
A campanha SOS Leões Marinhosdo Chile vem mostrando ao governo chileno que o mundo está atento e não permitirá o extermínio desnecessário de leões marinhos. Nossos esforços também almejam dar um basta à captura de leões marinhos para serem exibidos em aquários ou terem partes de seus corpos comercializados. Estamos, assim, dando a estes mamíferos gregários a proteção que eles tanto merecem.

O governo está nos ouvindo

Em março, as equipes de campanha da WSPA e da Ecoceanos levaram 100 mil assinaturas ao presidente Sebastián Piñera e a seu chefe de assuntos de cidadania, Felipe Alessandri. Como reconhecimento à nossa petição, o presidente chileno prometeu discutir este problema com os principais ministros do país.

Os resultados já começam a aparecer

A pressão da opinião pública e de entidades de defesa já nos ajudou a evitar a captura de 92 leões marinhos que estariam condenados a uma vida de aflição e confinamento em zoológicos e aquários de várias partes do mundo. Agora eles vivem livres! 
Estamos também lutando para preservar a vida de 300 leões marinhos no norte chileno ao questionar publicamente o parecer da Secretaria de Pesca do Chile recomendando o estabelecimento imediato de uma quota de caça aos leões marinhos do país.
“Pessoas de vários lugares do mundo não querem ver o Chile exterminando os seus leões marinhos. Além disso, com o desenvolvimento local de uma indústria humanitária e sustentável voltada à observação de leões marinhos, estes animais poderiam ser de grande benefício econômico para os cidadãos chilenos. Isto já vem ocorrendo, com ótimos resultados, na Argentina e no Uruguai. Pesquisas têm, inclusive, demonstrado que este sucesso pode ser repetir no Chile,” afirma Ricardo Jiménez, gerente de comunicação da WSPA América Latina à frente da campanha SOS Leões Marinhos do Chile.

Próximos passos para protegermos os leões marinhos

Os resultados da campanha têm sido muito satisfatórios, mas a nossa luta para proteger os leões marinhos ainda não acabou. A WSPA e a Ecoceanos estão pressionando o Parlamento chileno a aprovar um projeto de lei que vai retirar da legislação atual a brecha que permite a caça e a matança de leões marinhos no Chile.

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